Saiba como andam as buscas por crianças desaparecidas há 1 mês no Maranhão

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Buscas por Ágatha Isabelly e Allan Michael no Maranhão completam um mês; operação envolve bombeiros, polícia e Exército

Meta descrição: Buscas por Ágatha Isabelly (6) e Allan Michael (4) continuam no Maranhão após um mês de desaparecimento; operação envolve bombeiros, polícia e Exército, com drones, sonar e Amber Alert. Anderson Kauan foi localizado; principais informações e como ajudar.

Uma força-tarefa envolvendo policiais, bombeiros e o Exército continua as buscas por Ágatha Isabelly, 6 anos, e Allan Michael, 4, que sumiram há um mês em uma área de mata próxima à comunidade quilombola de São Sebastião dos Pretos, na zona rural de Bacabal, interior do Maranhão. Eles teriam saído para brincar com o primo, Anderson Kauan, de 8 anos, e desde então as equipes não tiveram sucesso em localizá-los. O caso completou um mês nesta quarta-feira (4 de fevereiro).

A operação envolve mais de 260 agentes e mil voluntários, segundo a SSP-MA. A região da busca foi dividida em 45 quadrantes, com vistorias minuciosas. Além disso, são utilizados recursos tecnológicos como drones com câmeras térmicas e sonar, para cobrir áreas de mata, rios e lagos da região.

Confira abaixo um panorama das ações em curso, com detalhes sobre as atividades de campo, localização de vestígios e estratégias de investigação. Em especial, a Marinha também participa com varreduras submarinas no rio Mearim, e cães farejadores ajudam a apontar pontos na mata.

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão, coronel Célio Roberto, informou que a área de atuação foi dividida em 45 quadrantes e cada um foi vistoriado com atenção. Além das equipes terrestres, as operações contam com drones noturnos e equipamentos especializados, como sonar, que ajudam a mapear o leito de rios e áreas alagadas.

No rio Mearim, a Marinha realizou varredura com sonar em um perímetro considerado favorável a buscas em caso de afogamento. Vestígios encontrados na mata, como pegadas e fezes, foram registrados pela Polícia Civil, mas não é possível atribuí-los aos irmãos, já que o primo também está desaparecido.

Anderson Kauan, o primo, foi encontrado em 7 de janeiro em uma estrada da comunidade Santa Rosa dos Pretos, a cerca de 7 km do povoado onde as crianças moram. A distância entre os locais evidencia a complexidade da investigação, que acompanha de perto as mudanças no fluxo de deslocamento das pessoas envolvidas.

Além dos equipamentos tecnológicos, cães farejadores ajudam a marcar pontos na mata. Uma área conhecida como Casa caída, às margens do rio Merim, é apontada como o último lugar onde Ágatha e Allan estiveram com o primo, reforçando a linha de investigação sobre os caminhos percorridos pelas crianças.

Entre as ações, a SSP-MA informou que, de 18 a 22 de janeiro, as buscas subaquáticas somaram mais de 19 km e identificaram 11 pontos de interesse submersos, verificados por mergulhadores do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão, sem vestígios dos desaparecidos. Também houve a ativação do protocolo Amber Alert, com mensagens enviadas via Facebook e Instagram, além de canais de denúncias, como o Disque-Denúncia Maranhão, no número 181.

A SSP-MA destacou que as ações continuam sob a supervisão das instituições de segurança, com reforço do efetivo e manutenção de equipes em campo para não atrapalhar as investigações. A cobertura abrange toda a mata, o leito do lago e áreas próximas, incluindo o Lago Limpo e o Lago da Mata, conforme as necessidades das buscas.

Caso você tenha informações que possam ajudar, utilize os canais oficiais de denúncia disponíveis ou entre em contato com as autoridades locais. A investigação segue em curso para esclarecer o paradeiro de Ágatha e Allan, assim como o que aconteceu com o primo.

Se é leitor, compartilhe seus pensamentos, informações úteis ou perguntas nos comentários. Sua participação pode fazer a diferença neste momento delicado e ajudar a levar as crianças de volta para casa.

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