Mianmar: 21 das 22 igrejas foram destruídas em cidade cristã desde o golpe de 2021

Escrito por: Diógenes Cunha

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Em 30 de janeiro, o Instituto de Pesquisa da Birmânia (BRI) divulgou um relatório contundente sobre ataques destrutivos, assassinatos e assédio contra cristãos e edifícios religiosos desde o golpe militar de 2021, que assumiu o controle de Mianmar pela força. O estudo foca na perseguição aos cristãos nos estados de Chin, Kachin, Karenni e Karen, e na região de Sagaing. O presidente do Conselho da Iniciativa Cinturão e Rota (BRI), Rev. Dr. Robin Stoops, afirmou que o relatório mais recente documenta o trauma contínuo enfrentado pelos cristãos da Birmânia, enquanto a perseguição pela junta persiste.

Entre as principais conclusões, destacam-se: Das 22 igrejas da cidade de Thantlang, 21 foram destruídas e a população local foi deslocada desde 2021; mais de 340 igrejas e edifícios cristãos foram destruídos; de 2022 a 2025, 149 cristãos foram mortos e 218 presos, segundo dados da organização Portas Abertas; um líder religioso não identificado, ainda residente em Mianmar, testemunhou que os fiéis estão dispersos pelas florestas, áreas remotas e abrigos informais, lidando para manter a fé e a vida dos moradores da localidade. Apesar disso, a maioria dos pastores e líderes cristãos escolheu ficar com o seu povo, compartilhando sofrimento, oferecendo consolo espiritual e mantendo a esperança.

Precisamos de suas orações para libertar Mianmar da perseguição religiosa”, afirmou um funcionário da International Christian Concern. “Por favor, continuem orando pelos cristãos em Mianmar que enfrentam ataques perigosos, deslocamentos e o regime autoritário da ditadura militar.”

Este relatório evidencia a gravidade da perseguição contra cristãos em Mianmar, após o golpe, e reforça a necessidade de atenção internacional aos direitos humanos e ao apoio aos moradores cristãos da região. O estudo mostra como as igrejas e estruturas religiosas foram atingidas, e o impacto sobre a vida dos moradores da região. O que você pensa sobre a proteção de minorias religiosas em contextos de conflito? Deixe sua opinião nos comentários.

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