Um acordo entre os Estados Unidos, Ucrânia e Rússia prevê a primeira troca de 314 prisioneiros em cinco meses, anunciada como avanço concreto na busca por terminar a guerra na Ucrânia. O entendimento foi atingido em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, após negociações descritas como detalhadas e produtivas.
O anúncio foi feito pelo enviado especial dos EUA para missões de paz, Steve Witkoff, que destacou que as negociações permanecerão ativas e que há expectativa de novos progressos nas próximas semanas. O papel do presidente dos EUA, Donald Trump, foi apontado como decisivo para tornar o acordo possível.
O acordo ocorre no contexto de intensos ataques russos à infraestrutura energética da Ucrânia e do confronto contínuo ao leste e ao sul do país. As conversas envolveram Moscou e Kiev com mediação norte-americana, mas não foram divulgados detalhes adicionais sobre avanços além da troca de prisioneiros.
O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, reiterou a necessidade de garantias de segurança por parte dos EUA e da Europa para evitar novos ataques no pós-guerra, destacando que a população precisa perceber progresso real em direção à paz.
Apesar do otimismo com a troca, as autoridades sinalizam que o engajamento diplomático deve seguir, com novas conversas entre Moscou, Kiev e Washington nas próximas semanas. Se você acompanhou as últimas movimentações, compartilhe sua opinião nos comentários sobre o impacto dessas negociações no conflito.

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