Em evento de ACM Neto, Isabela Suarez fala em “desânimo” do empresariado com cenário político, mas que “atende convite de quem convocar”

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Meta description: Isabela Suarez, presidente da ACB, participa da 3ª edição do Fórum S.O.S Bahia em Irecê e comenta sobre insegurança jurídica, estímulo ao empreendedorismo e a importância do diálogo entre empresários e políticos.

Palavras-chave: Isabela Suarez; ACB; Fórum S.O.S Bahia; Irecê; Antônio Carlos Magalhães Neto; ACM Neto; Ciro Gomes; insegurança jurídica; ambiente de negócios; União Brasil; Fundação Índigo

A presidente da Associação Comercial da Bahia (ACB), Isabela Suarez, participou da 3ª edição do Fórum S.O.S Bahia, promovido pela Fundação Índigo em parceria com a União Brasil, nesta quinta-feira (5), em Irecê, no centro-norte baiano.

Ao lado de Antônio Carlos Magalhães Neto, líder da ACB, a empresária comentou os reflexos do cenário político no setor privado.

Ela afirmou que é preciso estimular o empresariado para que o Brasil aproveite ao máximo seu potencial, valorizando recursos naturais e buscando um ambiente de negócios cada vez mais favorável. Parte desse desânimo, segundo Suarez, decorre da insegurança jurídica.

A empresária ressaltou que a crise de segurança jurídica é fundamental e determinante para o sucesso das atividades empresariais. Ao mesmo tempo, convocou os empresários a se reunirem e a adotar o espírito de associativismo, lembrando que sem atuação uníssona ninguém será ouvido.

Sobre sua aproximação com figuras políticas, Suarez disse que atende o convite de quem convocar, citando ACM Neto e o ex-ministro da Fazenda Ciro Gomes para discutir temas como reforma fiscal e reforma tributária, além de abrir canais de diálogo entre instituições.

Questionada sobre a possibilidade de integrar alguma legenda, ela afirmou que não é um sinal de filiação partidária, ressaltando que nunca atuou de forma partidária, mas que empresários precisam estreitar relações com políticos e com a política para atuar como executoras das políticas públicas.

E você, o que pensa sobre essa aproximação entre o setor privado e a política? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe sua opinião sobre o papel das entidades empresariais no debate público.

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