SEO: Palavras-chave: cartão corporativo, Casares, São Paulo FC, gestão, ética, compliance, transparência, despesas, Morumbi. Meta description: Conselho Fiscal do São Paulo aponta gastos pessoais de Júlio Casares com o cartão corporativo entre 2021 e 2026, devolvidos apenas no segundo semestre do ano passado; o texto analisa falhas de controle, ética e desdobramentos da gestão.
O Conselho Fiscal do São Paulo identificou que o ex-presidente Júlio Casares gastou quase R$ 500 mil em despesas pessoais no cartão corporativo durante sua gestão, entre 2021 e 2026. O dinheiro foi devolvido, com correção e juros, apenas no segundo semestre do ano passado, quando as informações sobre a crise financeira do clube ganharam maior repercussão.
Entre 2021 e 2026, nenhum órgão do clube solicitou a prestação de contas referente aos gastos do cartão, pois não havia uma política que obrigasse a devolução dentro de prazo. A diretriz específica só foi criada após a devolução, pelo departamento de compliance, sob a orientação de Roberto Armelin.
Dentro do São Paulo, há debates sobre a eficácia do Código de Ética e Conduta para balizar o uso do cartão. Enquanto alguns defendem que as normas já seriam suficientes, outros apontam falhas de fiscalização pela diretoria financeira, chefiada por Sérgio Pimenta, o que gerou incômodo em setores do clube.
O clube informou que o departamento financeiro reconheceu a necessidade de aprimorar o acompanhamento das despesas e que o setor de compliance solicitou a elaboração de uma nova política para o uso dos cartões.
Casares renunciou à presidência em janeiro deste ano, após o avanço das investigações sobre um possível desvio de verbas, conduzidas por uma força-tarefa do Ministério Público de SP e da Polícia Civil. Ao mesmo tempo, o São Paulo registrou grandes saques em caixa e depósitos vultuosos, com o clube alegando que os recursos eram destinados a cobrir despesas em dias de jogo; Casares afirma que os valores têm lastro.
Outros questionamentos envolvem o uso irregular de espaços do clube, como o camarote 3A no Morumbi, além de cobranças supostas irregulares a concessionários do clube.
Como você vê a transparência na gestão de clubes de futebol quando há uso de cartão corporativo e regras de compliance em evolução? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da conversa sobre responsabilidade financeira no esporte.

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