Três meses após sofrer um grave acidente de moto na Avenida Gunter Hans, em Campo Grande, Jamyle Lopes Calixto, 18 anos, precisou recorrer à rede privada para retirar pinos ortopédicos das mãos e dos pés. Sem conseguir atendimento pelo SUS, ela gastou R$ 1,4 mil para realizar o procedimento.

Segundo a mãe, Eliseia Lopes de Souza, de 45 anos, os pinos deveriam ter sido retirados cerca de 45 dias após a cirurgia, mas o procedimento não foi realizado devido à greve no hospital.
A família tentou ao menos quatro vezes realizar a retirada pela Santa Casa, mas encontrou apenas orientações para procurar a assistência social, registrar reclamações na ouvidoria do SUS ou buscar a Defensoria Pública.
Essa situação evidencia o desafio de acesso à saúde na cidade, especialmente quando greves atrapalham procedimentos simples.
E você, já passou por algo parecido? Conte nos comentários como foi o seu caminho para conseguir atendimento ou solução e compartilhe sua opinião.

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