Polícia Civil de Santa Catarina pediu à Justiça a apreensão do passaporte do adolescente envolvido na morte do cão Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis. A medida também foi comunicada à Polícia Federal, visando impedir que o jovem deixe o país.
A Polícia Civil informou que o Ministério Público manifestou-se favorável ao pedido e à continuidade da denúncia, com as evidências já reunidas. No entanto, o MP pediu diligências complementares para esclarecer a possível participação de adolescentes em atos infracionais análogos aos maus-tratos aos animais.
Há divergências entre a Polícia Civil e o MP sobre etapas da apuração. O MP afirmou a necessidade de ampliar esclarecimentos e detalhar fatos, enquanto a Polícia Civil sustenta que há base legal para a internação do adolescente investigado pela morte do cão Orelha.
Nas diligências, as autoridades analisaram mais de mil horas de filmagens captadas por 14 câmeras e ouviram 24 testemunhas. As imagens ajudaram a identificar roupas do suspeito e a confirmar que ele deixou o condomínio na madrugada do dia do crime.
A investigação também apura possível cooptação envolvendo familiares dos adolescentes e um porteiro de um condomínio da Praia Brava, com o MP comunicando a necessidade de ampliar a apuração para confirmar a inexistência de relação entre os crimes e as agressões aos animais.
Para a Polícia Civil, há base legal para a internação de um dos quatro adolescentes envolvidos e as investigações foram fortalecidas pela análise tecnológica de imagens, que ajudou a esclarecer os fatos.
E você, qual é a sua opinião sobre as medidas adotadas pelas autoridades neste caso? Compartilhe nos comentários como acompanhou as investigações e o desfecho do caso Orelha. Sua leitura ajuda a entender o assunto com mais clareza e rumo às próximas etapas.

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