Contratos mencionam 21 mil m² de tapeçaria (equivalentes a três campos de futebol), mas o plenário tem apenas 91 m², revelando uma diferença entre o registrado e a realidade que aponta para inconsistência nas informações.
Além disso, as empresas citadas nos contratos não atuavam no ramo, o que levanta dúvidas sobre a credibilidade das firmas envolvidas.
O caso acende a discussão sobre transparência em contratos públicos e a necessidade de auditoria para esclarecer os números e evitar distorções.
E você, o que acha dessa diferença entre o que aparece nos contratos e a realidade? Compartilhe sua opinião nos comentários.

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