Márcia Gama, mãe do rapper Oruam, usou as redes para comentar que a Polícia Federal foi informada para prender o artista caso ele tente deixar o Brasil. O cantor Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, é considerado foragido após suposta violação das regras da tornozeleira eletrônica, segundo autoridades do Rio de Janeiro.
Entenda o pedido de prisão
A Justiça do Rio de Janeiro decretou, na terça-feira (3/2), a prisão do cantor após o descumprimento das medidas cautelares. Já na segunda-feira (2/2), o STJ revogou o habeas corpus que mantinha Oruam em liberdade, apontando risco à fiscalização devido a repetidas falhas na bateria da tornozeleira.
Falha em equipamento
A tornozeleira foi trocada em 9 de dezembro, após falhas no dispositivo anterior. A Seap confirmou o episódio e informou que a perícia indicou dano elétrico, possivelmente causado por impacto. O novo equipamento também apresentou problemas e está desligado desde 1º de fevereiro, impedindo o monitoramento. A secretaria afirmou que Oruam compareceu à Central de Monitoração Eletrônica em 9 de dezembro, quando ocorreu a troca, e que o equipamento retirado foi encaminhado para análise, que apontou avaria.
Segundo a Seap, Oruam usa tornozeleira desde 30 de setembro. A partir de 1º de novembro, o sistema registrou 66 violações, com 21 consideradas graves em 2026, em grande parte por falta de carregamento. Todas as violações foram comunicadas ao Poder Judiciário, com envio de relatórios mensais à 3ª Vara Criminal. Após a troca, o novo dispositivo também apresentou falhas por ausência de carregamento e permanece descarregado, o que compromete o acompanhamento da medida.
A Secretaria informou ainda que o cantor esteve na Central de Monitoramento em 9 de dezembro; desde então, o monitoramento enfrenta dificuldades, com a tornozeleira desligada em momentos cruciais.
Atualização e cenário atual
A decisão de prisão permanece em vigor, enquanto o caso tramita, e o monitoramento depende da regularização do equipamento. A defesa contesta a gravidade dos descumprimentos, mas a autoridade apontou riscos reais à aplicação da lei penal.

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Márcia Gama, mãe de Oruam, chora em desabafo
Reproduç?o
Entenda o que está em jogo
A sequência de decisões judiciais manteve a tensão: o pedido de prisão tramita na Justiça do Rio, enquanto o STJ avaliou a necessidade de manter a fiscalização eficaz, destacando falhas na monitorização como ponto central do risco de aplicar a lei penal.
O caso envolve questões sensíveis sobre o uso de tornozeleiras eletrônicas, o impacto na vida pessoal do artista e a pressão da indústria musical, que, segundo familiares, pode ser cruel com quem está em crise.
Em meio a críticas e dúvidas sobre o desfecho, o público é convidado a acompanhar os próximos passos das autoridades e opinar sobre como equilibrar a responsabilização e a proteção à saúde mental de figuras públicas envolvidas em processos criminais.
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