
Após um júri de cerca de 12 horas, ocorrido nessa quarta-feira (11/2), Adriana Terezinha Bagestan, ex-vereadora do município de Paial (SC), foi absolvida da acusação de ter assassinado o marido, Sedinei Wawcziniak, com um tiro na cabeça enquanto dormia, em junho de 2025.
As investigações apontaram que o homem foi atingido por disparo de arma de fogo na cabeça dentro da residência onde vivia com Adriana e os filhos. Após o crime, a mulher deixou o local e foi localizada dias depois, em uma área rural de Chapecó.
Adriana respondia por homicídio qualificado por recurso que teria dificultado a defesa da vítima.
Durante o julgamento, a defesa destacou que Adriana poderia ter sido vítima de violência doméstica por muitos anos, afirmando ter agido em legítima defesa.
A decisão do tribunal foi pela absolvição, com votos de quatro a três.
O caso reacende o debate sobre violência doméstica, uso da legítima defesa e a responsabilização de mulheres em situações extremas, especialmente quando a violência já é reconhecida pela trajetória da acusada.
E você, o que acha do veredito e das circunstâncias apresentadas no caso? Deixe sua opinião nos comentários abaixo para iniciarmos uma conversa construtiva sobre violência doméstica, justiça e decisões judiciais em situações complexas.

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