Em entrevista ao Bahia Notícias publicada nesta sexta-feira (13), o cantor Lincoln Sena, vocalista do Parangolê, reforçou as expectativas para o Carnaval 2026. A música Tapa Tapa está entre as cotadas para a Música do Carnaval, com Lincoln destacando que o momento é positivo e o Carnaval está maravilhoso. “É o primeiro Carnaval à frente do Parangolê: no ano passado, com apenas três meses, já estávamos lá e foi maravilhoso. Ano passado foi com ‘É a Bahia’, um feat com Escandurras, Bruno Magnata e La Fúria. Este ano chegamos disputando a Música do Carnaval com ‘Tapa Tapa’, Parangolê e Bunga Meira”, afirmou.
O cantor também comentou a parceria com o Ministério Público da Bahia (MP-BA) durante a visita à Casa da Mulher Brasileira, onde participou de uma ação de conscientização. “Fomos visitar a Casa da Mulher Brasileira e a promotora Sara nos recebeu muito bem. Ela nos ajudou a entender o papel do homem na sociedade e a importância de aderir a campanhas de conscientização”, disse. A promotora de Justiça Sara Gama, coordenadora do Nevid, destacou a importância da adesão dos artistas para reforçar o respeito às mulheres e evitar a objetificação em manifestações culturais.
ENTENDA: O MP-BA firmou parceria com Lincoln Sena e Guga Meyra para fortalecer a campanha “Não é Não” durante o Carnaval de 2026, integrada ao projeto “Luto por Elas”, do Núcleo de Defesa dos Direitos das Mulheres (Nevid), voltado ao enfrentamento da violência contra as mulheres. A promotora Sara Gama ressaltou a importância dessa adesão de artistas e a necessidade de produzir arte sem objetificar as mulheres, mantendo o respeito em todas as manifestações.
Após a parceria, os artistas decidiram modificar a letra de Tapa Tapa, incorporando versos que valorizam as mulheres e combatem a violência doméstica e familiar. A iniciativa visa ampliar ações educativas e preventivas, usando a força da música e da cultura popular para promover mensagens de respeito e direitos.
A parceria entre o MP-BA, Lincoln Sena, Guga Meyra e o Nevid reforça como a arte pode dialogar com campanhas públicas de combate à violência contra as mulheres, sem perder o tom de entretenimento do Carnaval. E você, o que acha dessas ações? Compartilhe nos comentários a sua opinião sobre a importância de respeitar as mulheres nas manifestações culturais e no dia a dia.

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