Meta descrição: Ouro olímpico de Lucas Braathen defendendo o Brasil em Milão-Cortina 2026, com a cobertura da imprensa da Noruega sobre a dualidade de identidade do atleta e o debate gerado pela mudança de federação. Palavras-chave: Lucas Braathen, esqui alpino, Olimpíadas de inverno, Brasil, Noruega, mudança de federação.
Lucas Braathen, filho de pai norueguês e mãe brasileira, disputou os Jogos de Beijing-2022 pela Noruega. Em Milão-Cortina, aos 25 anos, ele venceu o ouro olímpico defendendo o Brasil, abrindo um capítulo histórico para o esporte brasileiro no frio. A trajetória de Braathen evidencia como a identidade dual molda a carreira de um atleta de elite.
A cobertura na Noruega destacou a vitória e a dualidade da imagem pública do esportista. O jornal Aftenposten dedicou espaço à trajetória e elogiou Braathen, descrevendo-o como “o pavão do esqui” e lembrando que, acima de tudo, é um atleta de alto rendimento.
Já o Dagbladet manteve o foco na transmissão da NRK e no comentário de Kjetil André Aamodt, que tratou a mudança de federação como uma perda para o país. “É um pouco frustrante que ele não seja atleta norueguês”, afirmou o ex-atleta.
A matéria também explica que Braathen disputou Pequim-2022 pela Noruega, anunciou a aposentadoria em 2023 após conflitos com a federação e, meses depois, oficializou a decisão de competir pelo Brasil, país de sua mãe. Com isso, ele escreveu um capítulo inédito para o esporte brasileiro de inverno.
A repercussão reacendeu o debate na Noruega sobre o desenvolvimento de talentos e o que motiva mudanças de bandeira entre atletas de alto nível. Braathen continua a ser uma referência tanto para o Brasil quanto para a Noruega, provocando reflexões sobre o caminho do esporte de inverno na região.
E você, o que pensa sobre atletas com dupla nacionalidade abrindo caminhos no esporte de inverno? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe sua opinião.

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