Resumo objetivo: aliados de Alexandre de Moraes, ministro do STF, afirmam que ele está com o “sangue nos olhos” para apurar quem vazou os dados fiscais da sua esposa, a advogada Viviane Barci. A estimativa é que o caso tenha sido uma ofensiva contra a Corte e que Moraes não vai poupar ninguém envolvido.
Ainda segundo fontes próximas, Moraes suspeita da participação de banqueiros e de membros do Poder Executivo no vazamento, e até a imprensa estaria na mira da investigação. A ideia é identificar quem organizou a suposta ação e quem pagou pelos dados.
No fim de 2025, a imprensa trouxe à tona um fato que pode estar ligado ao episódio: o escritório da esposa de Moraes mantinha um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, montante considerado acima do padrão de mercado. A informação alimenta o debate sobre possíveis conflitos de interesse e os laços entre figuras públicas e setores do mercado financeiro.
Ainda segundo a cobertura, Moraes teria quebrado sigilos de quatro servidores públicos suspeitos de acessar dados de ministros do STF e de familiares. O objetivo seria apurar se houve venda de informações e quem pagou pela operação, ampliando o tom explosivo do debate sobre vazamentos e responsabilização.
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Encerramento: o caso envolve tensões entre o STF e setores que lhe cercam, com questões legais e políticas em aberto. A sua opinião importa: deixe seu comentário abaixo para debater os desdobramentos, impactos e caminhos da investigação.





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