Acadêmicos de Niterói homenageou o presidente Lula (PT) na primeira noite do Grupo Especial do Carnaval do Rio. Em resposta, o pastor Elias Cardoso, da Assembleia de Deus Ministério de Perus, em São Paulo, criticou a escola durante um culto na segunda-feira (16), chegando a desejar que os realizadores sofressem com câncer na garganta.
O pastor disse que não responderia à provocação, mas que iria orar pela agremiação. Em seguida, afirmou: “Tripudiaram em cima da nossa fé, não vamos responder. Vamos orar. A hora que esses homens estiverem com câncer na garganta, eles vão lembrar com quem mexeram”.
Ele acrescentou: “Deus vai responder” aos que, segundo ele, “provocaram e imitaram a fé da igreja”. Ainda citou o que chamou de supremo tribunal celestial para justificar a sua postura.
A polêmica envolve uma das alas da apresentação, intitulada neoconservadores em conserva, que trazia componentes como latas de conserva estampadas com a imagem de uma família — pai, mãe e duas crianças — numa crítica a segmentos evangélicos que se posicionaram politicamente contra Lula.
Após o desfile, parlamentares da oposição reagiram nas redes sociais, publicando imagens e versões de latinhas produzidas com inteligência artificial em resposta à ala apresentada na avenida.
O episódio evidencia tensões entre fé, política e carnaval, com desdobramentos no debate público sobre liberdade de expressão, religião e participação política em eventos culturais.
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