As investigações sobre a morte do cão Orelha, ocorrida no início de janeiro na Praia Brava, em Florianópolis, tiveram um novo capítulo na última sexta-feira (20). O Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC) informou que foram concluídas as 35 diligências solicitadas para apurar o caso, que envolve também atos infracionais atribuídos a adolescentes.
De acordo com informações da Metrópoles, o objetivo dos pedidos foi reunir novas provas relacionadas não apenas à morte do animal, mas também a ocorrências de furto qualificado, injúria, ameaça e maus-tratos a animais.
As ações foram realizadas por um efetivo de 15 policiais civis e cinco peritos da Polícia Científica. A apuração esteve a cargo da Delegacia Especializada de Adolescentes em Conflito com a Lei e da Delegacia de Proteção Animal.
A operação contou ainda com o apoio da Diretoria de Polícia da Grande Florianópolis, Diretoria de Inteligência, Ciber Lab da Polícia Civil, Delegacia do Aeroporto, Força-Tarefa e da própria Polícia Científica.

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