Achraf Hakimi, jogador marroquino do Paris Saint-Germain (PSG), deverá ser julgado na França por estupro de uma jovem de 24 anos ocorrido em fevereiro de 2023 na casa do atleta, em Boulogne?Billancourt. A decisão de levá?lo a julgamento foi comunicada pela advogada do jogador e pelo Ministério Público de Nanterre.
Segundo a investigação, a jovem relatou que, após conhecer Hakimi em janeiro pelo Instagram, foi para a residência dele em um VTC solicitado por ele. Ela afirmou que o jogador a beijou e a tocou sem consentimento antes do suposto estupro.
Em março de 2023, Hakimi foi acusado formalmente de estupro e colocado sob controle policial. Caso o recurso da defesa contra a decisão de levar o caso a julgamento seja rejeitado, o processo ocorrerá em data a ser determinada.
A advogada da vítima, Rachel?Flore Pardo, afirmou que, após três anos de batalha jurídica, a acusação foi confirmada pela Justiça. A defesa sustenta que dois relatórios de perícia psicológica apontam inconsistências na versão da vítima, destacando ainda que ela trocava mensagens com uma amiga sobre “roubar” Hakimi.
Formado no Real Madrid, com passagens pela Inter de Milão e Dortmund, Hakimi foi semifinalista da Copa do Mundo de 2022 no Catar e chegou ao PSG em 2021. Na leitura atual, o atleta treinou com os companheiros antes do jogo de volta dos play?offs da Liga dos Campeões contra o Monaco, no Parc des Princes. O PSG não comentou o caso; o técnico Luis Enrique disse apenas que o assunto está nas mãos da Justiça.
Este caso reacende o debate sobre acusações de violência sexual envolvendo atletas de alto nível e o papel da Justiça ao julgar situações complexas no esporte.
Conte a sua opinião nos comentários: o que você acha do processo, dos desdobramentos e de como casos assim devem ser tratados pela Justiça e pela imprensa?

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