O político venezuelano Enrique Márquez reencontrou sua sobrinha Alejandra Gonzales durante o discurso do Estado da União do presidente Donald Trump, nesta terça-feira (24/2). “Trouxemos ele para celebrar sua liberdade com vocês pessoalmente”, disse Trump. Márquez foi libertado no mês passado, após a captura de Nicolás Maduro e a pressão do governo dos EUA; ele havia se candidatado à presidência venezuelana e foi detido em janeiro de 2025 sem acusações formais.

No momento do encontro, Trump citou a libertação de Márquez como sinal de mudanças na Venezuela e afirmou que, após a prisão de Maduro, os EUA teriam garantido 80 milhões de barris de petróleo do país. Maduro foi capturado em Caracas por militares norte-americanos em 3 de janeiro deste ano.
No discurso do Estado da União, o presidente faturou 1h48, o que o caracteriza como o mais longo da história recente. Ele descreveu a Venezuela como “nossa nova amiga e parceira” e reforçou críticas à política de imigração de seu governo, defendendo medidas de controle de fronteiras e restrições a imigrantes ilegais. Trump também criticou a decisão da Suprema Corte de suspender tarifas e fez referências ao Irã.
Esses desdobramentos entre Washington e Caracas sinalizam novas dinâmicas para a região, com o petróleo venezuelano no centro do diálogo e as políticas migratórias influenciando a agenda externa dos EUA. Entender esses fatos ajuda a captar os impactos geopolíticos e econômicos que podem se desenrolar nos próximos meses.
Meta descrição: Resumo dos principais acontecimentos envolvendo Enrique Márquez, a libertação de um oposicionista venezuelano e o discurso do Estado da União de Donald Trump, com foco na Venezuela, no petróleo e nas políticas de imigração.
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