Integrantes da direção do PT avaliam que o crescimento do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas pesquisas reforça a pressão sobre o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para topar disputar o governo de São Paulo em 2026 e servir de palanque para o presidente Lula no maior colégio eleitoral do país.
Apesar do cenário, Haddad resiste. Ele afirma que deixará a Fazenda até o início de abril, mantendo apenas a coordenação da campanha de reeleição de Lula, sem pretender ser candidato.
Caciques petistas apostam que o avanço de Flávio pode facilitar o convencimento de Haddad a entrar no palanque paulista, com definição do time até março. Caso Haddad não aceite, surgem alternativas como os ministros Márcio França (PSB) ou Simone Tebet (MDB) para compor o palanque.
Outra opção interna do PT é manter Geraldo Alckmin (PSB) como vice, com a ideia de manter diálogo com o setor produtivo e lealdade a Lula. No entanto, parte da ala petista reconhece que Alckmin resiste a uma candidatura em São Paulo e prefere uma composição diferente.
A avaliação é que a definição do palanque paulista deve ficar como prioridade até março, com Haddad ainda na linha de decisão e o PT avaliando várias alternativas para sustentar a candidatura de Lula no maior colégio eleitoral do país.
E você, bem informado sobre política, o que acha que deve acontecer em São Paulo para 2026? Deixe seu comentário com a sua leitura sobre Haddad, Flávio Bolsonaro e as possíveis composições para o Palácio.






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