Morreu, na madrugada desta quarta-feira (25), a mulher socorrida após ficar horas soterrada em Juiz de Fora, na Zona da Mata de Minas Gerais, onde as fortes chuvas deixaram ao menos 40 mortos na região.
Identificada como Jaqueline Teodoro, 33 anos, maquiadora, a vítima era moradora do bairro Paineiras. Além dela, a mãe Neide Teodoro, 57, também faleceu, e o companheiro de Jaqueline continua desaparecido; os dois filhos, Pietro, 9, e Sophia, 6, também estavam no imóvel na noite do desabamento.
Jaqueline foi resgatada pelos bombeiros na manhã de terça-feira e encaminhada a um hospital, mas não resistiu aos ferimentos. A morte da mãe, Neide, também foi confirmada por amigos nas redes sociais.
Até a manhã desta quarta, 25 desaparecidos em Juiz de Fora e dois em Ubá constavam no balanço, enquanto 208 pessoas foram resgatadas na região. O desabamento ocorreu durante as fortes chuvas que atingiram a cidade entre a noite de segunda-feira (23) e a madrugada de terça (24).
O bairro Paineiras, onde Jaqueline morava, ficou entre os quatro com ruas evacuadas na terça-feira diante da possibilidade de novos temporais. Além do Paineiras, moradores dos bairros Três Moinhos, Vila Ideal e Esplanada também foram orientados a deixar suas casas. Matias Barbosa, cidade vizinha, também foi atingida pela água, mas não registrou mortes até o momento.
Segundo a Grau Técnico Juiz de Fora, o velório de Jaqueline estava marcado para ocorrer entre 8h30 e 13h no Cemitério Municipal de Juiz de Fora, com o sepultamento a seguir no mesmo local.
Homenagens nas redes sociais lembraram Jaqueline como mãe dedicada e avó carinhosa. Uma amiga registrou a perda em tom emocionado, destacando o carinho e a alegria que ela trazia à família.
Balanc?o oficial do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais aponta 34 mortes em Juiz de Fora e 6 em Ubá; o número de vítimas pode sofrer ajustes conforme as buscas continuam. O total de pessoas resgatadas na região já ultrapassa as 200.
Com o avanço das ações de resgate, autoridades alertam para a possibilidade de novos temporais e manteram o monitoramento de risco na região. Matérias técnicas e atualizações continuam sendo divulgadas pelas forças de segurança locais.
A região cobra respostas para a tragédia e pede ações de prevenção para evitar novas ocorrências em casos de chuva intensa. E você, o que acha que pode ser feito para reduzir danos em eventos como este? Deixe sua opinião nos comentários.

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