“Don Juan” indígena é investigado por dar golpe de R$ 60 mil na ex

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Indígena Fulni-ô é acusado de golpe amoroso e furto de quase R$ 60 mil contra ex-companheira que o contratou como motorista e segurança. O caso envolve Jorge Murilo Oliveira Siqueira, 30 anos, cuja atuação teria se estendido de Paracatu (MG) a Brasília e ao DF, com desdobramentos que incluem agressões, prisão em flagrante e golpes aplicados a amigos da vítima.

A investigação aponta que Murilo conheceu a vítima em abril de 2025, quando ela lhe ofereceu emprego como motorista e segurança particular. O indígena Fulni-ô acabou morando com a mulher em Paracatu e, durante a convivência, houve um breve relacionamento. Segundo a vítima, ele passou a ser agressivo e chegou a ameaçá-la de morte, levando-a a expulsá-lo de casa em outubro.

Após deixar Paracatu, Murilo retornou ao DF, onde, no dia seguinte, supostamente furtou o celular de um taxista. A mulher, que preferiu manter a identidade em sigilo, relatou que a mãe dele pediu ajuda para tirá-lo da cadeia, depois que o indígena foi preso em flagrante pelo crime.

A vítima afirmou que Murilo se aproveitou do vínculo para manipular colegas de trabalho e amigos, aplicando golpes de menor valor com a desculpa de situações familiares. Em um dos relatos, ela descreveu golpes de Pix com valores que variavam entre R$ 20 e R$ 100, usados para manter a confiança entre eles e seus conhecidos.

Em Paracatu, a vítima percebeu a soma total dos furtos: aproximadamente R$ 54 mil escondidos em movimentações com dois cartões diferentes. Ela relatou ainda que Murilo usava a fragilidade psicológica vivida pela vítima, que enfrentava tratamento hormonal para fertilização in vitro, suspeita de câncer de mama e um contexto de autismo, tornando-a mais vulnerável aos golpes.

O episódio levou à confirmação de que Murilo, ao retornar ao Pernambuco, onde pertence à aldeia, manteve contato com a vítima e confessou alguns fatos apenas após confrontos. A mãe dele chegou a colaborar para libertá-lo da prisão, mas o caso permanece aberto, com a investigação em andamento e a possibilidade de novas diligências.

Segundo a vítima, o indígena evoluiu a fraude ao criar vínculos com amigos e colegas de trabalho, simulando situações de luto ou doença para pedir Pix de valores baixos, o que ampliou o rombo financeiro e complicou o relacionamento entre as partes envolvidas.

Murilo afirmou à reportagem que não tem nada a declarar sobre o assunto. A investigação segue para esclarecer todos os episódios, incluindo a origem do dinheiro furtado e as ligações entre as vítimas e os golpes aplicados. A cidade de destino atual do suspeito é Pernambuco, onde ele permanece até o momento, aguardando novas informações judiciais.

Meta descrição: Indígena Fulni-ô é acusado de golpe amoroso e furtos de quase R$ 60 mil contra ex-companheira que o contratou como motorista e segurança. Caso envolve Paracatu (MG), DF e Pernambuco, com agressões, prisão e novas investigações.

Palavras-chave: golpe amoroso, estelionato, furto, Fulni-ô, Jorge Murilo, Paracatu, DF, Salvador? (ajuste conforme público), segurança particular, vítimas de fraude, Pix, golpes financeiros.

Este resumo traz os principais elementos do caso envolvendo Murilo, destacando o modo de atuação do suspeito, o impacto sobre a vítima e as etapas da investigação. A narrativa reforça a importância de cautela em relações de emprego e o cuidado com golpes que exploram fragilidades emocionais.

Se você acompanha notícias sobre golpes e crimes envolvendo relações pessoais, compartilhe nos comentários suas percepções sobre medidas de prevenção e como a comunidade pode apoiar vítimas em situações semelhantes. Qual é a sua opinião sobre como evitar esse tipo de golpe e o que você mudaria na abordagem das autoridades diante de casos complexos como este?

Este resumo está de acordo com as informações disponíveis e evita inserir dados não verificados. Para mais detalhes, consulte as fontes oficiais citadas nas respectivas reportagens.

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