Ídolo da Ponte e passagem pelo Corinthians: quem é Piá, preso em SP

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Reginaldo Rivelino Jandoso, conhecido como Pia, de 52 anos, foi preso pela quinta vez no interior de São Paulo, em Sumaré. A Polícia Militar apurou que ele tentou escapar da abordagem ao mudar de direção com o carro e acabou invadindo o Condomínio Real Park, onde danificou a cancela antes de ser detido. Em depoimento, o ex-jogador reconheceu estar na condição de foragido da Justiça e admitiu ter fugido para não ser preso novamente. A condenação atual é de 2 anos e 8 meses de reclusão, com início em regime inicial fechado.

Natural de Cornélio Procópio, no Paraná, Pia foi revelado na Inter de Limeira em 1992. Passou rapidamente por Santos, Coritiba, São José, Bragantino e Matonense, até chegar à Ponte Preta em 1999, ONE dos destaques que ajudaram o time campineiro a chegar às quartas de final do Brasileirão daquele ano, ao lado de Luíz Fabiano e Mineiro, que viriam a idolatrar o São Paulo.

Em 2000, Pia retornou ao Santos, mas não se firmou por questões extracampo. No segundo semestre, voltou à Ponte Preta, mantendo-se entre os nomes fortes do elenco que chegou às oitavas da Copa João Havelange e às semifinais da Copa do Brasil em 2001. Em 2004 teve uma passagem pelo Corinthians, sem manter espaço, e seguiu com passagens discretas por Portuguesa, Corinthians-AL, novamente Ponte Preta e Santa Cruz.

Durante sua passagem pelo clube pernambucano, em 2005, Pia foi preso no vestiário do Estádio Antônio Lins Ribeiro Guimarães, em Santa Bárbara d’Oeste, por não pagar pensão alimentícia para o filho (e também tem uma filha). Ele ainda tentou fugir por um portão nos fundos, sem sucesso.

Aposentou-se em 2011. Após deixar os gramados, o ex-atleta foi detido várias vezes por envolvimento em furtos a caixas eletrônicos no interior de São Paulo — ocorrências em 2014, 2015 e 2020. Essas prisões somaram quatro até então. Duas sentenças já cumpridas: 1 ano e 4 meses em regime aberto (agosto de 2016) e outra de 2 anos de reclusão, sendo 1 ano e 7 meses em regime fechado e o restante em semiaberto.

A quinta prisão aconteceu na noite de 2 de março, em Sumário (Sumaré), quando, segundo a Polícia Militar, Pia tentou fugir durante a abordagem, dirigiu pela Rua Romilda Tomazin Borro e acabou invadindo o Condomínio Real Park, destruindo a cancela. Na ocasião, não havia itens ilícitos apreendidos. Ele admitiu aos policiais saber que era foragido e afirmou ter fugido para evitar nova prisão. A condenação em vigor permanece em 2 anos e 8 meses de reclusão, iniciando em regime fechado.

O histórico de Pia mistura uma trajetória de destaque no futebol paulista com episódios de autoconfiança e controvérsia fora de campo. A carreira incluiu momentos de glória e de dificuldades que marcaram sua passagem por várias equipes do estado.

E você, qual a sua leitura sobre a trajetória de Pia e o peso dessas escolhas na vida de um atleta de elite que segue respondendo pela Justiça? Compartilhe suas opiniões nos comentários.

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