OpenAI fechou um contrato de US$ 200 milhões com o Pentágono para fornecer inteligência artificial voltada à vigilância militar. O acordo, que ultrapassa a barreira de pouco mais de R$ 1 bilhão, chegou depois do rompimento das negociações entre o Departamento de Defesa e a Anthropic, que não aceitou os termos exigidos pelo governo. O negócio evidencia a intensificação da rivalidade entre as fully desenvolvedoras de IA.
Esse movimento é visto como um indicativo de que a Casa Branca pode, de fato, interferir na corrida pela IA. Resta saber qual é o limite para a atuação governamental nesse campo estratégico e como isso pode influenciar parcerias públicas e privadas no desenvolvimento de tecnologias de IA para defesa.
A leitura sobre o tema está na coluna Fala AI, com Roberto Pena Spinelli, físico pela USP com especialização em Machine Learning pela Stanford, que analisa os desdobramentos da parceria entre OpenAI e o Pentágono e o peso da rivalidade entre as grandes empresas de IA no cenário atual.
Deixe seu comentário com a sua leitura sobre esse movimento e como você vê o papel do governo na IA. Quais impactos você identifica para a indústria, a pesquisa e a segurança nacional?

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