A chuva que atingiu a Região Metropolitana de São Paulo provocou transtornos significativos. O Corpo de Bombeiros registrou mais de 180 registros de inundação e cinco desabamentos. No Aeroporto de Congonhas, parte do muro cedeu pela força das águas. O Gabinete de Crise da Defesa Civil acompanha a situação e mantém o monitoramento ativo.
Para os próximos dias, a previsão é de mais chuva. Na Grande São Paulo, já choveu mais de 100 mm em 24 horas; entre 9 e 13 de março, o volume esperado é de entre 100 mm e 140 mm, superando mais da metade da média mensal de março, que é de 229 mm.
Maria Clara Sassaki, especialista em meteorologia, aponta que há condições para transtornos por solo encharcado e risco de escorregamentos em áreas vulneráveis, principalmente com a continuidade da chuva moderada a persistente ao longo da semana.
A chuva tem sido alimentada por diversos sistemas atmosféricos, e, no Sul e Sudeste, uma frente fria mantém a instabilidade. A tendência é de que o volume comece a diminuir gradualmente a partir de sexta-feira.
Desde o início da Operação Chuvas, em dezembro de 2025, foram registradas 21 mortes, sendo duas no último fim de semana (Sorocaba e São Bernardo do Campo). Destas, 11 ocorreram por enxurradas. A Defesa Civil manteve o gabinete de crise até, no mínimo, quarta-feira (11), com áreas do sudoeste, sul e leste do estado em alerta para temporais.
Acompanhe as atualizações oficiais e compartilhe nos comentários como a chuva tem impactado a sua localidade e quais medidas você está adotando para se manter seguro diante desse cenário.

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