Guilherme Colombo mira a Alesc com apoio de bolsonaristas; PL discute candidatura de Carlos Bolsonaro ao Senado em Santa Catarina
O advogado Guilherme Colombo, marido da deputada estadual Julia Zanatta (PL-SC), planeja concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, reduto eleitoral da parlamentar. A apuração da coluna aponta que Colombo já recebe apoio de parte da cúpula bolsonarista para a disputa no estado.
A movimentação de Colombo ganhou força após a deputada Ana Campagnolo criticar publicamente a candidatura do ex-vereador Carlos Bolsonaro ao Senado. Colombo passou a receber apoio de familiares de Jair Bolsonaro, incluindo os filhos Eduardo e Carlos, conforme apuração do PL no estado.
Dentro da Partido Liberal (PL), a candidatura de Carlos Bolsonaro ao Senado tem provocado divergências. Campagnolo chegou a rejeitar publicamente a possibilidade de o filho do ex-presidente concorrer por Santa Catarina, abrindo espaço para avaliações internas sobre quem deve compor o palanque no estado.
Nos bastidores o entendimento é de que Colombo pode conquistar parte do eleitorado de Carlos, fortalecendo a presença do núcleo bolsonarista em Santa Catarina. Em paralelo, a política catarinense segue com as articulações para o governo, onde o governador Jorginho Mello (PL) aparece com o apoio da sigla à reeleição, segundo as leituras internas da legenda.


Ao todo, a leitura é de que Colombo está conectado a uma estratégia de fortalecimento no estado, enquanto as candidaturas de Carlos Bolsonaro ao Senado mantêm acesa a discussão interna no PL.
Resumo da situação: Colombo pretende disputar a Alesc com apoio de parte da família Bolsonaro; há resistência interna de Campagnolo à candidatura de Carlos ao Senado; o PL trabalha para consolidar alianças que mantenham o governo estadual com Jorginho Mello e ampliem a presença bolsonarista no Congresso.
Em Santa Catarina, as articulações apontam para um palanque já definido para o Senado, com Carlos Bolsonaro e Caroline De Toni sendo citados pela liderança do PL. Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, afirmou que o palanque catarinense já está traçado, reforçando a ideia de que Carlos é visto como um nome com potencial de mobilizar o eleitorado local, além de salientar o vínculo de Carlos com o estado.
Além disso, o tom é de que as conversas sobre governo estadual já apontam o governador Jorginho Mello como peça-chave para a reeleição, mantendo o apoio do PL ao governo atual. Essas informações mostram uma costura entre candidaturas proporcionais e majoritárias que pode influenciar o mapa político de Santa Catarina nas eleições de outubro.
O cenário sugere que Colombo pode ser uma peça de equilíbrio dentro do PL, buscando consolidar votos em uma região historicamente próxima aos círculos bolsonaristas, enquanto as candidaturas de Carlos e Caroline De Toni continuam a ser alvo de negociações internas entre diferentes alas do partido.
Se você acompanha a política catarinense, deixe nos comentários sua leitura sobre as chances de Colombo na Alesc, o impacto das articulações bolsonaristas em SC e o que isso pode significar para a eleição de outubro. Sua opinião importa para entender como as alianças podem moldar o cenário eleitoral da região.

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