Estreito de Ormuz: navio britânico é atingido e tripulação é evacuada

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Navio britânico é atingido no Estreito de Ormuz; incêndio a bordo e evacuação em meio a tensões regionais

Estreito de Ormuz

Um navio cargueiro britânico foi atingido por projétil desconhecido no Estreito de Ormuz nesta quarta-feira, 11 de março de 2026, segundo a UKMTO (Agência de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido). O incidente provocou um incêndio a bordo e a tripulação está evacuando a embarcação. A agência recomenda que navios transitem com cautela e relatem qualquer atividade suspeita.

Mais cedo, a UKMTO havia informado outro ataque a um navio porta-contêineres. Todos os tripulantes estão em segurança, segundo a agência.

O Estreito de Ormuz é considerado a passagem marítima mais importante do mundo. Por lá circula cerca de 20% do petróleo comercializado globalmente.

O Irã fechou a passagem em resposta aos ataques israelenses e norte-americanos. De acordo com os Estados Unidos, o Irã instalou minas na passagem.

“Estamos utilizando as mesmas capacidades de tecnologia e mísseis implantadas contra os traficantes de drogas para eliminar permanentemente qualquer barco ou navio que tente minar o Estreito de Ormuz”, disse o presidente Donald Trump em uma publicação na Truth Social.

Na terça-feira, 10 de março, os Estados Unidos informaram ter eliminado vários navios da marinha iraniana, incluindo 16 navios lança-minas perto do Estreito de Ormuz.

U.S. forces eliminated multiple Iranian naval vessels, March 10, including 16 minelayers near the Strait of Hormuz. pic.twitter.com/371unKYiJs

— U.S. Central Command (@CENTCOM) March 10, 2026

O cenário reforça a importância estratégica da passagem e o peso das tensões entre as potências na região, com impactos potenciais sobre o fluxo global de petróleo e a segurança marítima.

A situação permanece sob observação internacional, à medida que governos avaliam próximas medidas e a comunidade global busca evitar uma escalada que afete o abastecimento de energia e a estabilidade regional.

E você, o que acha que deve ser feito para reduzir riscos na região? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe suas perspectivas sobre o desdobramento do Estreito de Ormuz.

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