Em reunião nesta quinta-feira (12), a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investiga fraudes do INSS votou requerimentos. Entre eles, rejeitou a convocação da empresária e lobista Roberta Luchsinger, apontada como elo entre Fábio L uús Lula da Silva, o Lulinha, e Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.
A Polícia Federal investiga se Roberta Luchsinger recebeu dinheiro oriundo de descontos ilegais de aposentadorias e atuou como caixa de despesas de terceiros, incluindo o filho do presidente Lula que vive na Espanha. A defesa de Roberta nega relações comerciais com Careca.
No dia 26 de fevereiro, a CPMI quebrou o sigilo bancário e fiscal da lobista. Dias depois, o ministro Flávio Dino, do STF, anulou a votação, afirmando que a aprovação de 87 requerimentos de forma conjunta violou o devido processo constitucional. Dino determinou que informações sigilosas já enviadas devem permanecer sob sigilo até o julgamento do mérito.
Na semana passada, a coluna Radar, da Veja, afirmou que um emissário de Roberta levou a um auxiliar de Lula uma mensagem direta, indicando que a lobista estava “desesperada” e exigia proteção, deixando claro que não iria cair sozinha. “Roberta, segundo esse emissário, teria dito aos assessores de Lula que não aceitaria ser abandonada.”
Essa é a(s) situação(oes) envolvendo a CPMI, a PF e o entorno do presidente. Queremos ouvir sua opinião: o que você acha dos desdobramentos e das investigações? Deixe seu comentário abaixo.

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