Ataque israelense mata 12 profissionais de saúde no Líbano

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Um ataque aéreo israelense atingiu um centro de saúde no sul do Líbano, matando pelo menos 12 profissionais de saúde, em meio a uma escalada que começou após ataques ao Irã em 28 de fevereiro e envolve o Hezbollah no Líbano. A violência agrava a crise humanitária na região e acende tensões entre potências regionais que já vinham se acirrando nos últimos dias.

Ataque israelense ao Líbano
1 de 1 Ataque israelense ao Líbano – Foto: Houssam Shbaro/Anadolu via Getty Images

Segundo o Ministério da Saúde do Líbano, o ataque ocorreu na cidade de Borj Qalaouiye. Entre os mortos estão médicos, enfermeiros e paramédicos. Israel não comentou o episódio.

Em comunicado, o Ministério da Saúde lamentou a morte dos profissionais de saúde em Burj Qalawiya, vítimas de um ataque aéreo israelense que teve como alvo o centro de saúde primário da cidade.

Na sexta-feira (13/3), o Ministério informou que já registrou 773 mortos desde que Israel direcionou a ofensiva para o território libanês, com 1.933 feridos.

O número de crianças mortas aumentou de 98 para 103 e o de feridos de 304 para 326.

Após os ataques dos EUA e de Israel ao Irã em 28 de fevereiro, o Hezbollah, com base no Líbano, respondeu com ataques no país vizinho. A escalada ganhou contornos cada vez mais complexos, com ações de ambos os lados refletindo uma luta que já envolve vários atores regionais, elevando o risco de novos confrontos na fronteira.

“Tabaja atuou como comandante sênior nas operações contra o Estado de Israel. Ele foi uma figura-chave dentro da divisão e da organização terrorista Hezbollah. Ao longo dos anos, ocupou diversos cargos militares tanto no Hezbollah quanto na divisão, incluindo o de vice-comandante”, diz a mensagem.

Ontem, Israel afirmou ter eliminado terroristas do Hezbollah durante um ataque no Líbano.

Historicamente, a região vive uma relação tensa entre Israel, o Irã e seus aliados, com conflitos que se repetem ao longo de décadas. A escalada atual aprofunda a instabilidade no Líbano, já afetado por crises humanitárias e deslocamentos. A comunidade internacional observa com cautela, avaliando caminhos para reduzir danos civis e evitar uma expansão maior do conflito.

No momento, moradores da região acompanham os desdobramentos com atenção e preocupação, buscando informações confiáveis sobre eventuais cenários futuros. Deixe sua leitura nos comentários: como você vê o desenrolar dessa escalada regional e quais consequências podem surgir para a população local?

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