A menos de uma semana do Oscar, a cantora Dua Lipa surpreendeu fãs ao indicar sete filmes brasileiros que, na visão dela, definem o momento do cinema nacional. Em uma postagem acompanhada pela legenda “Sete filmes brasileiros que definem o momento”, ela destacou especialmente O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, como um título que o público precisa conhecer antes da cerimônia.
A lista, criada por uma jornalista brasileira e publicada inicialmente em uma página por ela mantida com sugestões de leitura, cinema, fotografia e arte, reúne ainda outras obras nacionais de peso. Entre elas estão Ainda Estou Aqui (2024), A Hora da Estrela (1985), Central do Brasil (1998), Cidade de Deus (2002), Manas (2024) e Homem com H (2025). Essa curadoria mostra a diversidade e a vitalidade do cinema brasileiro recente, ao lado de títulos que já entraram para a memória da indústria.
Entre os destaques da seleção está O Agente Secreto, que concorre em quatro categorias na edição deste ano: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Direção de Elenco e Melhor Ator, com Wagner Moura no elenco. Além disso, o Brasil tem outro representante na disputa: Adolpho Veloso concorre a Melhor Fotografia pelo trabalho no filme Sonhos de Trem. A presença de dois títulos brasileiros entre os indicados evidencia o alcance e a qualidade das produções nacionais no panorama global.
Histórico ou não, a lista traz filmes que marcaram gerações e ajudaram a pavimentar o caminho do cinema brasileiro no Oscar. A Hora da Estrela, Central do Brasil e Cidade de Deus são lembrados como marco de uma produção que atravessa décadas e estilos, mantendo a força narrativa e a coragem estética. Ao lado deles, Ainda Estou Aqui e Manas representam o frescor de novas vozes e propostas, enquanto Homem com H coloca foco em biografias e perspectivas contemporâneas, ampliando o repertório de temáticas discutidas no cinema do país.
No conjunto, a curadoria de Dua Lipa não apenas celebra a qualidade de obras específicas, mas também lança um olhar sobre a evolução da produção brasileira: do cinema de denúncia e realismo social dos anos 80 e 90 até as experimentações contemporâneas que mesclam cultura, identidade e novos formatos de expressão. A cerimônia, acompanhada de perto por fãs e críticos, promete reacender o debate sobre o papel do cinema brasileiro nas premiações internacionais e sobre como as narrativas nacionais dialogam com plateias ao redor do mundo.
A seguir, apresentamos uma galeria com imagens relacionadas aos filmes citados na lista. As peças selecionadas destacam cenas, pôsteres e momentos relevantes que ajudam a situar visualmente cada título dentro do conjunto apresentado por Dua Lipa. Explore as imagens e veja como a estética de cada obra reforça seu impacto cultural.
Se você ficou curioso para entender como cada uma dessas obras dialoga com o momento cultural do Brasil, vale acompanhar a cerimônia, entender as categorias em disputa e observar as obras ganhadoras que, independentemente do resultado, já contribuíram para ampliar o diálogo sobre identidade, diversidade e liberdade criativa no cinema nacional.
Como leitor, queremos saber: qual título da lista você já assistiu ou pretende conferir? Quais aspectos do cinema brasileiro você acha que merecem mais visibilidade internacional? Compartilhe seus pensamentos nos comentários e vamos juntos discutir o papel do Brasil no cenário global do cinema.








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