O influenciador digital Lucas Guedez está no centro de uma polêmica após ser acusado de abandonar Chloe, uma border collie, por uma ex-funcionária de uma creche para cães em São Paulo. Ela afirma ter recebido o animal em condições que sugerem tratamento inadequado, levantando dúvidas sobre como a situação foi conduzida pela família do influenciador.
Guedez é visto como amigo da influenciadora Virgínia Fonseca, o que amplia a repercussão do caso nas redes. A relação entre o alcance do influencer e a resposta pública de seguidores e fãs tem colocado em foco a responsabilidade de personalidades digitais em relação aos animais de estimação que adotam ou cuidam.
De acordo com a ex-funcionária da creche, Chloe costumava frequentar o espaço junto com outras cachorras da mãe de Lucas. A profissional afirmou que a equipe cuidava da Chloe com muito carinho e que Lucas nunca repassou justificativas para o tratamento do animal. Ela também contou que a adoção da border collie demorou a ocorrer e que a percepção de alguns pela forma como o caso foi conduzido soou como se o animal fosse descartável.
Após a repercussão, Lucas apareceu nas redes para explicar a história. Ele disse ter optado por doar o pet por não ter consciência de que Chloe era muito agitada para o local onde vivia. O influenciador explicou que morava em um apartamento pequeno com a namorada Rafa Uccman, e que Chloe cresceu de forma rápida desde a chegada ao lar. O relato aponta que, ao não encontrar uma adaptação adequada, decidiu colocar a cachorra em uma escolinha em São Paulo nos finais de semana e, com o tempo, Chloe passou a morar com a mãe de Lucas, com quem criou um forte apego.
Segundo Guedez, a mudança influenciou o comportamento do animal — Chloe começou a demonstrar estresse e, diante disso, ele decidiu entregar a cachorra à dona da creche. Ele afirmou que fez o que considerou o melhor para o bem-estar de Chloe e que não houve abandono, apenas uma readequação da vida do animal diante das circunstâncias familiares.
A ex-funcionária da creche ressaltou que Chloe demorou a ser adotada por outra família e reforçou que, para ela, a impressão do episódio foi de que a dona da creche era apaixonada pela cachorra e mostrou disposição em continuar cuidando dela. Em meio ao relato, ficou evidente o tensionamento entre a narrativa apresentada pelo influenciador e a versão da profissional que lidou diretamente com Chloe na creche.
O caso ganhou espaço nas redes sociais, alimentando o debate sobre a responsabilidade de influenciadores com animais de estimação e sobre como decisões em torno de bem-estar animal devem ser comunicadas ao público. A discussão também envolve a importância de avaliações cuidadosas antes de mudanças de casa ou rotinas que possam impactar animais de estimação, especialmente quando há visibilidade pública envolvida.
Este texto apresenta as informações disponíveis de ambas as partes, sem especulações adicionais, ressaltando que mais detalhes públicos ou desdobramentos legais podem esclarecer a situação. A ideia central é entender como decisões de cuidado com animais afetam famílias, criadores de conteúdo e, principalmente, o bem-estar dos próprios animais.
E você, o que pensa sobre esse episódio envolvendo animais de estimação, influenciadores e creches para cães? Compartilhe sua opinião nos comentários—é importante ouvir diferentes perspectivas sobre responsabilidade, bem-estar animal e a relação entre vida online e cuidado com os pets.

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