Resumo do caso: A Polícia Civil de Teixeira de Freitas encerrou rapidamente as investigações sobre a morte do mototaxista Romildo André Pereira, conhecido como “Ró”. O principal suspeito, Carlos Henrique de Jesus, de 23 anos, confessou ter cometido o homicídio após uma discussão sobre o valor da corrida, e foi preso. O corpo foi localizado em área de mata no Bairro Santa Rita, com a arma do crime ainda não encontrada e os capacetes de “Ró” desaparecidos.
A investigação, conduzida pela 8ª COORPIN, sob a coordenação do delegado Ricardo Amaral, ao lado do Núcleo de Homicídios, teve início com o registro do desaparecimento de “Ró” em 9 de março. As equipes analisaram imagens de câmeras, ouviram testemunhas e realizaram perícias que sustentaram a linha de apuração, com a hipótese principal de homicídio ou latrocínio — roubo seguido de morte.
Na sequência, o corpo de Romildo foi encontrado no dia 12 de março, em uma área de mata na Avenida Bernadinho Figueiredo, no bairro Santa Rita, junto com a motocicleta. A localização do cadáver confirmou a gravidade do crime e auxiliou na coleta de evidências para a identificação do autor.
A polícia apurou que a discussão teria ocorrido antes do crime, envolvendo o valor da corrida e o destino da vítima. A linha investigativa ganhou consistência com a confissão de Carlos Henrique de Jesus, que relatou ter desferido um único golpe de faca na região entre a clavícula e o pescoço direito, empurrando a vítima para um declive descrito pelo autor como “boqueirão”.
Segundo a narrativa do suspeito, o ataque culminou com Romildo caindo no local. A arma usada não foi apresentada pela defesa, e os capacetes usados pela vítima permanecem desaparecidos, o que complica a reconstrução inicial dos momentos que antecederam o homicídio.
Com base nas provas reunidas, a polícia representou pela prisão temporária de Carlos Henrique. Ele se apresentou acompanhado de um advogado, e o mandado foi cumprido pela 1ª Vara do Juri e Execuções Penais de Teixeira de Freitas. O delegado Ricardo Amaral destacou a agilidade da investigação, que contou com imagens, oitivas e medidas cautelares para embasar a prisão.
Carlos Henrique permanece na carceragem da Delegacia Territorial, à disposição da Justiça. A Polícia Civil mantém o inquérito em andamento para esclarecer autoria, motivação e circunstâncias, além de apurar a possível participação de outras pessoas no crime. A rápida identificação do suspeito e a prisão demonstram a determinação das autoridades locais em levar à população da cidade parte da verdade sobre o ocorrido.
O caso segue repercutindo na cidade, com a comunidade cobrando respostas sobre o que levou a vítima a perder a vida de forma violenta. A Polícia Civil ressalta que novas informações podem surgir conforme novas diligências sejam concluídas, com a expectativa de esclarecer se houve participação de outras pessoas.
Galeria de imagens


Você pode deixar sua opinião sobre o caso ou comentar se acredita que novas informações podem ampliar o panorama da investigação. Sua leitura ajuda a manter a cidade informada e a fortalecer a responsabilidade das autoridades na apuração dos fatos.

Comentários do Facebook