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Janela partidária entra na reta final com apenas sete mudanças, longe do recorde de 84 trocas de siglas em 2022

Janela partidária entra na reta final com apenas sete mudanças, longe do recorde de 84 trocas de siglas em 2022
Janela partidária entra na reta final com apenas sete mudanças, longe do recorde de 84 trocas de siglas em 2022

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Resumo rápido: a janela partidária de 2026, que vai até 4 de abril, registra apenas sete mudanças oficiais até o momento, com o PL como principal ganhador. Em comparação com 2022, quando houve um recorde de 84 trocas, o comportamento atual mostra movimento contido, enquanto cada legenda avalia sua estratégia para as próximas semanas.

Até agora, sete mudanças formais foram registradas na Secretaria-Geral da Mesa Diretora da Câmara. Kim Kataguiri (SP) saiu do União para o que o texto descreve como Missão; Magda Mofatto (GO) deixou o PRD para o PL; Nicoletti (RR) migrará do União para o PL; Sargento Fahur (PR) deixou o PSD para o PL; Saullo Vianna (AM) mudou do União para o MDB; Vicentinho Júnior (TO) passou do PP para o PSDB; e Vitor Lippi (SP) saiu do PSDB para o PSB. O PL, com essas adesões, surge como o principal beneficiário desta janela.

Essa configuração reforça a consolidação do PL como força dominante na Câmara, já habitual nas últimas jornadas de troca de siglas. A situação é especialmente relevante para entender o cenário de forças, uma vez que a legenda já dominava a bancada antes dessas movimentações e acaba ampliando ainda mais esse domínio com novas filiações.

Para efeito de contraste, em 2022 o PL foi o grande ganhador da janela, recebendo 38 novos deputados, o que elevou a bancada de 43 para 81 parlamentares. O Republicanos ficou em segundo lugar nesse ranking, com 16 adesões, seguido pelo PP, com 10. Esses números mostram que, historicamente, o PL tem se beneficiado significativamente dessas trocas durante o período permitido.

Entre as mudanças de origem regional, também se destacaram casos de Bahia, onde dois deputados mudaram de siglas em 2022: Alex Santana deixou o PDT para o Republicanos e Marcelo Nilo, do PSB, também se transferiu para o Republicanos. Esses movimentos regionais costumam influenciar a composição de comissões e a pauta legislativa, ainda que o peso de cada parlamentar varie conforme o partido.

Do lado das perdas, o União Brasil tem sido lembrado como o partido que mais tem enfrentado deserções na atual contagem parcial, com três desligamentos já registrados até este momento. A dinâmica de 2022 também mostrou grande oscilação nesse aspecto: o União Brasil terminou abril com 46 parlamentares, após iniciar o mês com 81, uma perda expressiva que refletiu a intensidade das negociações da época.

Nos próximos dias, novas mudanças devem ser registradas no sistema da Câmara. Uma possibilidade é a saída do baiano Leo Prates do PDT, com entrada prevista no Republicanos. A filiação está marcada para a próxima quinta, dia 26, no Centro de Cultura da Câmara de Vereadores, em Salvador. A expectativa é de que outras adesões sejam anunciadas conforme o prazo se aproxima, moldando ainda mais o mapa de forças da Casa.

Para moradores da região que acompanham a política nacional, os movimentos da janela 2026 devem impactar votações-chave e a composição de comissões. O que você acha que essas mudanças significam para o debates na Câmara e para a atuação dos parlamentares das suas cidades? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe suas expectativas sobre o que pode mudar até o encerramento da janela.

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