Presidente do União Brasil na Bahia defende Zé Cocá como vice de ACM Neto: “Se consolidando”

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Um acordo político em formação ganha contornos claros na Bahia. O União Brasil confirmou que a chapa para 2026 envolve ACM Neto como pré-candidato ao governo, o senador Ângelo Coronel (PSD) e João Roma (PL) disputando o Senado, e o prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), na vice-governadoria. A declaração foi dada nesta terça-feira, em entrevista ao Jornal da Cidade da Rádio Metropolitana, e o lançamento oficial deve ocorrer até o fim de março, em local ainda a ser definido. Feira de Santana e Jequié aparecem como cidades prováveis para sediar o ato, que, segundo a base, representa a concretização de um sonho político.

A composição é apresentada pela liderança como uma junção de experiência técnica e política. ACM Neto é destacado pela trajetória legislativa e administrativa, com três eleições de maior votação na história do estado e oito anos à frente da Prefeitura de Salvador. Ângelo Coronel é reconhecido por pautas municipalistas e pela presidência da Assembleia Legislativa da Bahia. João Roma traz a bagagem de atuação como ministro da Cidadania, associada a políticas de inclusão social. Já Zé Cocá, por sua vez, é apontado pela aprovação superior a 90% em Jequié e pela atuação à frente da UPB, a União dos Municípios da Bahia.

Questionada sobre críticas internas do PT ao nome de Zé Cocá, a liderança respondeu com firmeza. Azi afirmou que, quando esses aliados estão ao lado, são parceiros; quando optam por caminhos diferentes, passam a ser bombardeados. Segundo ele, tais ataques expõem o que vê como desespero do campo governista diante de uma chapa efetivamente competitiva.

O foco da chapa, segundo interlocutores, é combinar uma base política sólida com um perfil técnico capaz de enfrentar demandas locais e nacionais. A escolha das cidades para o lançamento busca atrair diferentes regiões do estado, sinalizando a intenção de ampliar o raio de atuação e consolidar alianças em várias localidades, incluindo áreas tradicionais de apoio ao governo atual. A combinação de nomes com histórico em gestão pública e atuação parlamentar busca criar uma candidatura capaz de dialogar com o eleitor e sustentar uma agenda de desenvolvimento para a Bahia.

Neste momento, o aporte de outros partidos do espectro político ainda é tema de conversas, enquanto a data marcada para o anúncio se aproxima. A tendência aponta para uma campanha que valoriza a experiência administrativa aliada a uma agenda municipalista, com foco em projetos que possam mobilizar eleitores em diferentes cidades do estado. O que você acha dessa aliança? Deixe sua opinião nos comentários abaixo sobre o tamanho dessa chapa, a probabilidade de sucesso e o impacto que pode ter para a região.

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