Bispo Zadoque confessa participação na morte de Sara Freitas e aponta marido como mandante

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Resumo: No primeiro dia do júri popular sobre o assassinato da cantora gospel Sara Freitas, Weslen Pablo Correia de Jesus, conhecido como Bispo Zadoque, confessou participação no crime e indicou o marido da vítima, Ederlan Mariano, como autor intelectual. O julgamento, realizado no Fórum de Dias d’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador, avança nesta quarta-feira com debates entre Ministério Público e defesa, abrindo a fase de veredito.

Confissão e autoria: Conforme o depoimento de Zadoque, a ação criminosa e a ocultação do corpo foram planejadas por Ederlan Mariano. A informação foi divulgada pelo portal Aratu On, e é apresentada pela defesa da família da vítima como confirmação de que o crime foi meticulosamente organizado entre os réus, com Zadoque atuando como executor de determinadas etapas.

Sara Freitas desapareceu em 24 de outubro de 2023 e o seu corpo foi encontrado três dias depois, às margens da rodovia BA-093, parcialmente carbonizado. Na época, Ederlan Mariano chegou a usar as redes sociais para simular desespero pelo sumiço da esposa, mas acabou confessando o crime e foi preso em 28 de outubro. As investigações da Polícia Civil apontaram motivos relacionados a dificuldades no relacionamento do casal.

Entre os envolvidos, além de Ederlan e Zadoque, há indícios de participação de outras pessoas na prática criminosa. Gideão Duarte Lima, motorista de aplicativo que transportou a vítima, já foi julgado e condenado a 20 anos e 4 meses de prisão. Também são citados na investigação Victor e Davi Oliveira, suspeitos de participação direta ou omissões mediante pagamento.

Segundo os autos, a quantia paga pelo crime somou R$ 2 mil, distribuída entre os envolvidos, com Zadoque ficando com a maior parte, cerca de R$ 900. O processo tramita com a etapa de debates entre o Ministério Público e a defesa, que antecede o veredito dos jurados. A tramitação ocorre no Fórum de Dias d’Ávila, na região metropolitana de Salvador, e a população acompanha com atenção o desfecho do caso.

Nesta fase final do julgamento, os jurados devem decidir a pena de Ederlan Mariano e dos demais réus que ainda aguardam definição. O caso gerou comoção pública pela brutalidade do crime e pela tentativa de ocultação dos fatos. O desfecho depende do restante das apresentações de defesa e acusação, bem como das leituras de provas apresentadas ao longo do processo.

Como você vê o andamento do julgamento? Deixe sua opinião nos comentários: você acredita que as confissões já apresentadas são suficientes para estabelecer a responsabilidade dos réus, ou há pontos que merecem mais esclarecimento? Compartilhe suas impressões sobre o caso, a atuação da Justiça e as implicações para a cidade de Dias d’Ávila e a região metropolitana de Salvador.

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