Criança de 10 anos engravida após ser estuprada por padrastro. Veja vídeo

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Resumo do caso: Em Nova Olinda do Norte, no Amazonas, um padrasto de 23 anos e a companheira dele, de 30, foram presos acusados de abusar e estuprar duas crianças, de 8 e 10 anos. O casal tentava fugir de Itacoatiara para esconder a gravidez de uma das meninas, mas a situação veio à tona quando a filha mais velha entrou em trabalho de parto. A Justiça decretou prisão preventiva, a mãe perdeu a guarda das filhas e os abusos passaram a ser alvo de investigação rápida pela Polícia Civil do Amazonas.

Padrasto preso
1 de 1 Padrasto preso – Foto: Reprodução/Instagram (@delegadopaulomavignier)

De acordo com o delegado Paulo Mavignier, da Polícia Civil do Amazonas, as vítimas, de 8 e 10 anos, eram submetidas a abusos constantes pelo próprio padrasto. A confirmação veio quando a menina de 8 anos entrou em trabalho de parto na última sexta-feira (3). O episódio desencadeou a atuação policial e a apuração do que ocorria na residência da família.

Em depoimento público, o delegado explicou que, durante o atendimento, a mãe das crianças apresentou diversas justificativas para proteger o companheiro, tentando encobrir os abusos que já eram conhecidos pela família. A narrativa reforça o ambiente de violência doméstica que envolve as vítimas e evidencia a gravidade do caso.

Exames médicos, realizados logo após a identificação do parto, confirmaram que as duas irmãs eram vítimas de estupro de vulnerável. Com base nesses resultados, a Justiça agiu rapidamente: a prisão preventiva do padrasto foi decretada e a mãe foi detida ainda no hospital, enquanto o pai das crianças passou a ser procurado pela polícia. A mãe perdeu a guarda das filhas, medida que visa protegê-las diante do crime cometido.

Segundo o delegado, o casal estava em Itacoatiara e havia se deslocado para Nova Olinda do Norte com a intenção de manter a gravidez em segredo. A prisão do homem ocorreu no centro da cidade, consolidando o desfecho inicial da investigação. A atuação das autoridades destacou a necessidade de respostas céleres em casos de violência contra crianças, especialmente quando há tentativa de ocultar a situação por meio de relatos enganosos.

Este caso ressalta a importância das redes de proteção à criança e da rápida cooperação entre moradores e autoridades para impedir que abusos se prolonguem. As investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias, incluindo a identificação de possíveis outras vítimas e a responsabilidade de cada envolvido.

Se você teve contato com relatos semelhantes ou tem informações que possam ajudar as investigações, compartilhe seus pontos de vista nos comentários. Sua opinião pode contribuir para ampliar o debate sobre proteção infantil e justiça em situações de violência doméstica.

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