Quem é o tarado que aterroriza alunas da UnB com mensagens assustadoras

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Resumo rápido: Moradores de Brasília acompanham um caso alarmante em que um jovem de 19 anos é acusado de importunar sexualmente, agredir e enviar conteúdo sexual explícito a diversas estudantes da Universidade de Brasília (UnB). As denúncias, reunidas em um grupo de apoio criado pelas próprias vítimas para alertar outras jovens, já resultaram em registros na Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher da Asa Sul. A investigação aponta para um histórico de crimes sexuais que pode envolver outras pessoas que ainda não procuraram ajuda.

Contexto: Nicolas Rabelo Cosendey Muniz é o principal suspeito, com evidências reunidas por meio de conversas feitas majoritariamente em redes sociais. O caso é conduzido pela PCDF, com apego aos relatos de pelo menos quatro ocorrências registradas entre 2025 e o início de 2026. As vítimas criaram um espaço de denúncia para compartilhar mensagens, capturas de tela e vídeos, fortalecendo o clamor por justiça e aumentando a pressão para que novas queixas sejam formalizadas. A Deam I, unidade da Cidade, tem recebido os registros e aguarda novas manifestações públicas, enquanto a investigação continua aberta para possíveis desdobramentos.

Relatos detalhados: as mensagens reunidas pelas vítimas mostram um padrão de investida invasiva e assédio constante. Em um dos casos, a vítima relata ter sido abordada em um ônibus; mesmo após ceder para receber o contato dele, começou uma perseguição por mensagens com conteúdo sexual não consentido, incluídas ameaças indiretas. Em outra ocorrência, ele foi além: ao postar uma foto da vítima em seu aniversário, enviou um vídeo com conteúdo explícito e seguida de mensagens agressivas, desrespeitando reiteradas recusas. Em geral, as comunicações trazem pedidos de redes sociais, convites para encontros não consensuais e declarações que extrapolam o limite do aceitável.

Outras abordagens chamaram ainda mais a atenção: em uma situação, ele teria enviado mensagens durante o período de namoro com outra pessoa, demonstrando um comportamento controlador e humilhante após o término. Em ao menos uma das situações, o suspeito recebeu o desafio de moderar suas investidas, mas continuou insistindo, inclusive com termos fortemente denegridores. Entre as denúncias, surgem relatos de extorsão emocional e de tentativas de violar a privacidade das vítimas por meio de divulgações públicas das imagens ou de conteúdos invasivos, sempre com o objetivo de gerar constrangimento e medo.

Apoio às vítimas e ações da polícia: diante da gravidade das acusações, as estudantes criaram um grupo de apoio para partilhar experiências, receber suporte psicológico e entender os próximos passos legais. O objetivo é garantir que todas que se sentirem inseguras possam registrar queixas formais e colaborar com as investigações. A PCDF informou que o caso está em curso e que novas informações podem surgir à medida que as investigações avancem. Enquanto isso, as vítimas reforçam a necessidade de responsabilização e de medidas que protejam outras potenciais vítimas da região.

Galeria de imagens

Abaixo, imagens associadas ao caso, disponíveis para visualização em tela ampla por meio da galeria com lightbox. Todas as fotos mantêm a fidelidade aos registros apresentados pelas vítimas e pelas fontes públicas, respeitando a privacidade onde aplicável e a necessidade de contextualizar o que foi compartilhado durante a apuração. Clique em uma imagem para ampliar.

Casos adicionais: entre as denúncias, aparece ainda que Nicolas participou de um encontro em congresso da União Nacional dos Estudantes, passou por situações de desentendimentos que evoluíram para agressões e humilhações, e esteve ligado a episódios de violência em escola pública de Taguatinga durante a adolescência. Uma das vítimas afirmou que o relacionamento se mostrou inicialmente amistoso, mas rapidamente revelou traços de manipulação e controle. Essas informações ajudam a perceber um padrão de comportamento que preocupa autoridades e a comunidade estudantil da região.

Impacto e próximos passos: as vítimas afirmam que a prisão completa do suspeito é o caminho para que se sintam seguras e possam retomar as suas atividades com tranquilidade. A Polícia Civil do Distrito Federal continua as investigações na tentativa de confirmar a dimensão do caso e identificar outras possíveis vítimas que ainda não procuraram ajuda. Enquanto isso, a UnB e a região próximos continuam mobilizados para oferecer apoio psicológico, orientação jurídica e medidas de proteção às estudantes afetadas.

Para você, leitor, é essencial refletir sobre a importância de respeitar limites, denunciar abusos e apoiar quem busca ajuda. O que você — como morador da capital e cidadão atento — acha que deve ser feito para aumentar a segurança nas vias públicas e nas redes sociais? Deixe seu comentário abaixo com suas sugestões, experiências ou perguntas. Sua opinião pode contribuir para que mais pessoas queiram falar e para que políticas públicas se tornem mais eficazes.

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