Oscar Schmidt, o maior nome do basquete brasileiro e recordista de pontos em Olimpíadas, morreu aos 68 anos nesta sexta-feira, após uma longa luta de 15 anos contra um tumor cerebral. A notícia foi divulgada pelo Lance! e confirmada pelo Bahia Notícias.
O craque havia sido encaminhado ao Hospital Municipal Santana Ana, em Santana de Parnaíba, São Paulo, depois de apresentar mal-estar. A equipe médica informou que a despedida será reservada, restrita aos familiares, em respeito ao momento de recolhimento pela família de Oscar Schmidt.
Os familiares agradecem as manifestações de carinho, respeito e solidariedade recebidas, solicitando compreensão pela privacidade neste momento de luto. O legado do atleta permanece vivo na memória do esporte e na lembrança de todos que foram tocados por sua trajetória.
Ao longo de uma carreira marcada pela paixão pela Seleção Brasileira, Oscar Schmidt disputou cinco Olimpíadas e quatro Copas do Mundo. Com 1.093 pontos, ele detém o recorde mundial de pontos em Jogos Olímpicos, consolidando-se como uma referência histórica do basquete mundial.
Apesar de ter sido draftado pelo New Jersey Nets em 1984, Schmidt recusou a oportunidade na NBA para manter seu vínculo com a Seleção Brasileira, pois, na época, atletas da NBA não podiam defender seus países. Mesmo assim, recebeu reconhecimento significativo ao entrar para o Hall da Fama do basquete, uma homenagem que reforça sua importância além das quadras.
A ligação com o Corinthians ganhou espaço na memória pública quando a equipe lhe prestou uma homenagem póstuma, destacando seu papel de liderança durante a conquista do título nacional de 1996. Oscar também ganhou lugar na Calçada da Fama do Memorial Corinthians e Poliesportivo, reconhecido pela sua contribuição ao clube e ao esporte.
Entre as glórias, destaca-se o título em Pan-Americanos e Sul-Americanos, além do bronze conquistado na Copa do Mundo de Basquete. Oscar Schmidt deixa a esposa Maria Cristina Victorino, com quem era casado desde 1981, e dois filhos, Felipe e Stephanie Schmidt, consolidando uma vida marcada pela família e pelo esporte.
O legado de Oscar permanece vivo na história do basquete brasileiro, lembrado como símbolo de dedicação, talento e lealdade ao país. Sua trajetória inspira novas gerações a perseguirem sonhos com disciplina e amor pelo esporte que fizeram dele uma referência mundial. Prepare-se para partilhar suas lembranças, homenagens ou mensagens nos comentários e manter viva a memória deste mito do basquete nacional.

