Resumo: O Advogado de Deus, adaptação da obra de Zíbia Gasparetto, chega aos cinemas em 16 de abril de 2026. O drama espiritual dirigido por Wagner de Assis mergulha em questões de justiça, livre-arbítrio, relações familiares e passado que molda o presente, prometendo emocionar tanto fãs do espiritismo quanto o público em busca de uma boa história com alma. Com Nicolas Prattes no papel principal, o filme sugere uma jornada de escolhas que ressignificam vidas, num encontro entre o invisível e o cotidiano.
A produção reúne nomes de peso no cinema nacional. Sob a bandeira da Cinética Filmes, a obra é coproduzida pela Sony Pictures International Productions e tem distribuição da Sony Pictures em parceria com a Film Connection. O elenco conta ainda com Danilo Mesquita, Lorena Comparato, Letícia Braga, Lucas Letto, Beth Goulart, Augusto Madeira, Eucir de Souza, Henri Pagnoncelli e Gisele Fróes, entre outros, trazendo diferentes gerações para compor um enredo que mistura suspense, drama e espiritualidade sem rótulos rígidos.
A narrativa acompanha personagens com objetivos semelhantes, mas trajetórias distintas, gerando tensão ao longo da história. Dois protagonistas que desejam coisas parecidas percorrem caminhos diferentes para chegar ao que pretendem, o que aprofunda o conflito central e o vínculo emocional. O filme também explora dilemas familiares e traumas do passado, apresentando um mistério e uma busca por identidade que conectam o terreno ao mundo espiritual.
A espiritualidade, um dos pilares da produção, é tratada com fluidez. O diretor afirma que a obra pretende ser acessível, mostrando que é possível viver sem seguir militações religiosas, desde que exista essência e compreensão. O longa propõe reflexões sobre justiça, escolhas e o peso das decisões presentes, sugerindo que as ações de hoje moldam o que virá amanhã. Essa abordagem abre espaço para diferentes públicos, mantendo o fio filosófico sem se prender a dogmas.
As relações afetivas ganham destaque, com relatos de complicações, reconciliações e até momentos de proteção entre gerações. Em entrevista aos envolvidos, destaca-se que a filha pode ter um papel decisivo na proteção da mãe, um momento emblemático que promete marcar a audiência. O filme se posiciona como mais do que um drama espiritual: é uma reflexão sobre consequências, evolução pessoal e a busca por uma justiça que transcenda o humano.
Entre as falas dos protagonistas e as ideias do diretor, fica clara a proposta de uma obra que, ao mesmo tempo em que contempla temas universais como amor, culpa e redenção, convida o público a pensar sobre responsabilidade e o papel de cada um na construção de uma sociedade mais consciente. O conteúdo sugere que as maiores escolhas são feitas no aqui e agora, com a esperança de que as leis e os atos de cada pessoa contribuam para uma evolução coletiva.
Em síntese, O Advogado de Deus aparece como uma experiência cinematográfica capaz de dialogar com diferentes públicos, mantendo a força de uma história bem construída e cheia de significado. Se a aposta for alcançável a uma audiência ampla, é provável que o filme encontre espaço no circuito de grandes lançamentos, embalando emoções sem perder a densidade filosófica que o caracteriza. Queremos saber: você já refletiu sobre como as decisões de hoje impactam o seu amanhã? Comente abaixo sua leitura sobre o filme e compartilhe suas expectativas.

