Cássia Kis é acusada de transfobia em shopping no Rio de Janeiro

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Abrindo com o essencial: a atriz Cássia Kis é alvo de uma acusação de transfobia após um episódio em um shopping na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Roberta Santana, uma mulher trans de 25 anos, afirma ter sido impedida de usar o banheiro feminino, e um vídeo do ocorrido ganhou as redes. O caso deve ser registrado na delegacia nesta segunda-feira, 27, enquanto a repercussão nas redes segue alta.

Roberta Santana, que registrou a denúncia nas redes, afirma que estava aguardando na fila do banheiro feminino quando começou a ouvir comentários ofensivos. “A atriz Cássia Kis está sendo transfóbica comigo. Está dizendo que eu não posso estar aqui. Eu tenho documento e, mesmo se não tivesse, eu sou uma mulher trans”, disse a denunciada.

Nas imagens, Kis aparece de costas lavando as mãos e a riposta dela é: “Eu não vou no banheiro dos homens”. Roberta rebateu: “O problema é seu, mas eu frequento aqui, eu sou uma mulher trans”.

A versão de Roberta publicada na noite de sábado relata que ela esperava na fila, ouviu comentários ofensivos e, ao entrar em uma cabine, ao sair, Kis continuava fazendo perguntas e soltando ofensas sobre a presença da mulher trans no banheiro com uma funcionária. “Minha única reação nessa situação foi pegar meu celular para gravar”, afirmou a denunciadora, que disse nunca ter passado por algo semelhante.

Repercussão: a publicação nas redes já ultrapassa 100 mil visualizações. Segundo o relato, o caso será formalmente registrado na delegacia nesta segunda-feira, 27. Até o momento, Cássia Kis não se manifestou publicamente sobre o episódio.

Contexto local: o episódio acende o debate sobre direitos de pessoas trans e o acesso a espaços públicos, como banheiros, em áreas visitadas pela população carioca. O caso também envolve a discussão sobre como atitudes em locais públicos podem impactar a sensação de segurança e inclusão de moradores da cidade.

Encerramento: o assunto ganhou espaço nas redes sociais, com diferentes leituras sobre o que ocorreu e sobre as implicações para a convivência cotidiana na cidade. Queremos saber a sua opinião: você acredita que situações como essa refletem tensões reais entre direitos e espaços públicos? Deixe seu comentário e participe da discussão. Como você veria uma solução que respeite a identidade de todas as pessoas, sem colocar ninguém desconforto? Compartilhe suas ideias e experiências nos comentários.

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