O surfista Moisés Ribeiro Pinheiro, 65 anos, morreu afogado na praia de Stella Maris, no litoral norte de Salvador, neste domingo (26). Ele foi um dos salva-vidas fundadores da turma criada em 1981, dedicando décadas da vida à proteção dos banhistas. Mesmo com a retirada de Moisés da água por colegas de praia e com as manobras de reanimação realizadas no local, ele não resistiu. A indicação inicial, citada por testemunhas, aponta para um mal súbito durante a prática do esporte, embora essa hipótese ainda não tenha sido confirmada pelas autoridades competentes.
Segundo informações divulgadas pela Band News, o incidente ocorreu durante a atuação de Moisés na atividade de surfe. Pessoas próximas ao local relataram que outros surfistas e frequentadores da praia ajudaram a retirar o homem da água e a manter as vias respiratórias desobstruídas, enquanto equipes de salvar-vidas e atendimento médico chegavam. O esforço de resgate foi intenso, mantendo Moisés estável por alguns minutos, mas não houve possibilidade de reverter o quadro clínico.
O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para a remoção do corpo, procedimento que ocorreu logo após as primeiras medidas de atendimento. O sepultamento de Moisés Ribeiro Pinheiro aconteceu nesta segunda-feira (27), encerrando o luto de amigos, familiares e colegas de profissão que acompanharam a trajetória do salvavidas na região.
Moisés era reconhecido por ter ajudado a fundar a turma de salva-vidas de 1981, dedicando décadas à proteção dos banhistas de Stella Maris. A atuação dele, marcada pela dedicação à segurança de quem frequenta a praia, é lembrada por colegas de trabalho e por moradores da localidade, que reconhecem a importância de um trabalho contínuo de prevenção de acidentes e de apoio a quem precisa de socorro em água.
Este episódio reacende o debate sobre a segurança em praias urbanas e a relevância de equipes bem treinadas, além da necessidade de manter atualizados os protocolos de atendimento em situações de afogamento. Stella Maris, área de grande movimento no litoral, depende da atuação de salvavidas voluntários e de profissionais que atuam nos dias de maior fluxo, especialmente em fins de semana e feriados, quando as praias recebem mais visitantes.
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