Um homem da Califórnia foi acusado de tentar matar o presidente Donald Trump durante o jantar da imprensa em Washington. Segundo promotores, o suspeito posou com facas e armas pouco antes de tentar efetivar o atentado, e as imagens obtidas ajudam a entender o que ocorreu. O episódio, que aconteceu no Washington Hilton, mobilizou o Serviço Secreto, mas ninguém entre os presentes ficou ferido. Trump, o atual presidente desde janeiro de 2025, estava no evento acompanhado de outras autoridades de alto escalão.
A denúncia, apresentada pela procuradoria do Distrito de Columbia e citada pela CBS News, indica que Allen planejou o ataque por cerca de três semanas. Ele viajou de trem da Califórnia até Washington e acompanhou as notícias sobre o jantar, chegando a consultar a programação oficial do presidente por volta das 18h26. Ao chegar à capital, ele também reservou um quarto no Washington Hilton para os dias 24 a 26 de abril.
Às 20h03, três minutos após o início do evento, Allen postou uma selfie armado diante do espelho, exibindo itens como bolsa, coldre e ferramentas. Poucos minutos depois, segundo o Serviço Secreto, ele correu com uma espingarda em mãos e tentou chegar a uma escadaria que levava ao salão principal.
De acordo com a acusação, o homem foi indiciado por transporte ilegal de arma, disparo de arma de fogo durante crime violento e tentativa de assassinato do presidente. Caso seja condenado, ele pode pegar prisão perpétua. Um agente do Serviço Secreto foi atingido no colete à prova de balas, mas, além de Trump, ninguém entre o alto escalão do governo ficou ferido durante o tumulto.
As imagens integram um documento apresentado pela procuradora federal do Distrito de Columbia, Jeanine Pirro, que aponta que Allen começou a se preparar para o ataque aproximadamente três semanas antes do jantar. Segundo a CBS News, ele também viajou para Washington de trem, acompanhou as etapas do evento e acessou o programa oficial do presidente por volta de 18h26.
O confronto ocorreu no Washington Hilton, onde o jantar era cercado por um forte esquema de segurança. Além de Trump, outras autoridades estavam presentes, mas foram retiradas do local sem ferimentos. O caso amplifica a discussão sobre a proteção de figuras públicas e a preparação de eventos de grande porte para a imprensa, com participação de jornalismo e autoridades.
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