A ex-modelo Luma de Oliveira reagiu neste domingo aos comentários feitos pelo ex-marido, o empresário Eike Batista, sobre a nova geração de seus filhos. Em tom firme, ela defende Thor e Olin, além de Balder e Tyra, e critica a forma como os filhos foram retratados no podcast da Revista Manchete, onde Eike chamou a geração de Fru Fru e Floquinho de Neve.
Em publicação nas redes sociais, Luma afirma que as palavras de Eike revelam uma postura arrogante e que desrespeitar publicamente os filhos compromete o equilíbrio familiar. Ela lembra que Thor e Olin já atuam em empresas ligadas ao pai, enquanto os mais jovens seguem caminhos próprios, com estudos, esportes e idiomas em foco, o que reforça a autonomia de cada um.
A ex-atriz também cita a história recente de Eike, incluindo passagens pela prisão e restrições de liberdade após acusações no âmbito da Operação Lava-Jato, iniciadas em 2017. Na legenda, Luma rebate o tom do ex-marido e enfatiza que o rótulo pejorativo aos filhos não ajuda a ninguém, e pode refletir mais sobre quem faz as críticas do que sobre os filhos.
Quanto aos filhos mais novos, Balder Batista (2013) e Tyra Batista (2022), fruto do relacionamento de Eike com Flávia Sampaio, a mãe lembra que a vida familiar também conserva a presença de responsáveis que ajudam os mais novos a trilhar seus caminhos, inclusive nos esportes e no aprendizado de idiomas. Ela reforça que o tempo longe da família não deve ser usado para menosprezar ninguém.
Entre os mais velhos, Thor trabalha de forma independente e Olin já passa a colaborar com os negócios do pai, consolidando uma relação profissional que, segundo Luma, mostra o amadurecimento dos jovens diante das pressões públicas. A ex-mãe também relembra que, quando os filhos eram pequenos, Eike passava muito tempo fora, e ela levava as crianças às atividades — um contraste com a imagem de disponibilidade que ele projeta hoje. Que trajetória as famílias vão abraçar a partir de agora, fica por conta de cada um.
Se você tem opinião sobre como conflitos entre pais e filhos ganham a arena pública ou quer compartilhar experiências sobre criar jovens em meio a pressões familiares, deixe seu comentário e participe da conversa.
