Wesley Safadão detém o cachê mais alto do São João na Bahia em 2025, faturando cerca de R$ 5,5 milhões por cinco apresentações no estado. O cantor afirma que esse valor representa apenas o trabalho dele e não aponta para irregularidades.
Pouco depois de um show em Ribeirão Preto, ele disse ao g1 que está tranquilo e que cobrar o cachê não é crime. “A gente está executando o nosso trabalho”, afirmou, ressaltando que não há nada de errado.
A tensão teve início quando Renan Santos, pré-candidato à Presidência pela Missão à Presidência da República, chamou o suposto esquema de “bizarro” e associou contratos de shows com prefeituras do Nordeste a valores milionários sem licitação.
Safadão moveu uma ação civil contra o político, pleiteando reparação por calúnia, difamação e injúria.

No São João de 2025, o artista somou R$ 5,5 milhões com apresentações em Cruz das Almas, Jequié, Serrinha, Oliveira dos Brejinhos e Bom Jesus da Lapa.
Para 2026, caso o cachê permaneça em R$ 1,1 milhão, Cruz das Almas pode ficar de fora da agenda, pois o município estabeleceu um teto de R$ 700 mil em contratos para os shows do São João.
A discussão sobre cachês, licitações e contratações de atrações nordestinas segue em pauta, influenciando a dinâmica das festas populares. E você, o que acha sobre os valores pagos a artistas para esses eventos?
