Um avião de pequeno porte colidiu com um prédio na região de Silveira, em Belo Horizonte, deixando duas pessoas mortas e três gravemente feridas. A aeronave tinha cinco ocupantes e, pouco antes da colisão, o piloto informou à torre de controle do Aeroporto da Pampulha que enfrentava dificuldades no procedimento de decolagem.
O modelo envolvido é o EMB-721C, fabricado em 1979, monomotor com capacidade para até seis passageiros. A aeronave está registrada em nome de Flavio Loureiro Salgueiro e, de acordo com a Anac, operava de forma regular até 1º de abril de 2027, em operação privada.
Após o impacto com o prédio de apartamentos, o avião caiu em uma área de estacionamento. Moradores da edificação foram retirados pelos bombeiros e não houve risco de explosão de combustível, com espuma aplicada para conter o vazamento.
O Corpo de Bombeiros confirmou as fatalidades do piloto e do copiloto. Os três ocupantes remanescentes ficaram gravemente feridos e foram encaminhados ao Hospital João XXIII. Não houve vítimas entre os moradores da edificação.
As causas do acidente são investigadas pelo Cenipa, órgão da Defesa Civil, em conjunto com o SERIPA III, sediado no Rio de Janeiro. A apuração deve esclarecer se houve falha mecânica, erro humano ou condições de voo que contribuíram para o ocorrido.
Até o momento, as autoridades ressaltam que não houve explosão e que a situação foi contida sem risco estrutural à edificação. O caso levanta perguntas sobre a segurança de voos privados na região de Belo Horizonte e a necessidade de fiscalização de aeronaves particulares.
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