Um avião de pequeno porte colidiu com um prédio em Belo Horizonte, resultando em várias mortes. As vítimas fatais, identificadas até o momento, são: Wellington Oliveira, 34, piloto; Fernando Moreira Souto, 36, copiloto; Hemerson Cleiton Almeida Souto, 53; Leonardo Berganholi, 50; e Arthur Schaper Berganholi, 25. A aeronave EMB-721C, monomotor, é de operação privada. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), com apoio do SERIPA III, coordena as apurações.
Três passageiros foram levados ao Hospital Joao XXIII após o impacto. A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais confirmou a morte de um deles; os outros dois permanecem internados em estado estável. Os moradores do prédio foram evacuados pela equipe de bombeiros, que atuou para conter os destroços e garantir a segurança no local.
O acidente ocorreu quando a aeronave atingiu o edifício e caiu em uma área de estacionamento. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o modelo EMB-721C, de 1979, tem capacidade para até seis pessoas e está registrado em nome de Flavio Loureiro Salgueiro. A ANAC informou que a aeronave está regularizada até 1º de abril de 2027, para operação privada.
A investigação fica a cargo do CENIPA, que acionou o Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA III), com sede no Rio de Janeiro, para apurar as causas do acidente. O episódio levanta questões sobre a segurança de voos de pequeno porte em áreas urbanas e a regulamentação de operações privadas.
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