Resumo: O caso envolve o vereador Juliano de Carvalho Cruz, de Jacobina, acusado de falsificar a assinatura do presidente nacional da legenda, Paulinho da Força em uma carta de anuência para a desfiliação do Solidariedade. A denúncia chegou à Justiça Eleitoral, que analisa a gravidade da acusação.
O deputado estadual Luciano Araujo, ex-presidente do Solidariedade na Bahia, afirma que o episódio é grave e cobra apuração rigorosa. Em sua gestão, ele diz ter visto documentos assinados pelo presidente com assinatura digital e em papel timbrado, o que reforça a necessidade de investigação cuidadosa.
“Um absurdo este fato”, afirmou Araujo. “Durante muitos anos fui presidente do Solidariedade na Bahia e tesoureiro nacional da legenda e não tive conhecimento de um escândalo desse porte, como uma denúncia de falsificação de assinatura.”
Em ação de justificativa de desfiliação partidária dirigida à Justiça Eleitoral (Processo n° 0600113-47.2026.6.05.0000), os representantes legais de Juliano defendem que houve encaminhamento, pelo Diretório Nacional do Partido, de carta de anuência ao demandante.
Os advogados da legenda solicitaram perícia grafotécnica, alegando indícios de falsidade material. Sustentam que a assinatura não foi de Paulinho da Força nem guarda semelhança com o punho gráfico autêntico.
Para vereadores, a janela partidária ocorre apenas em anos de eleição municipal; assim, a migração entre legendas exige anuência da direção do partido, conforme o caso em análise.
A Justiça Eleitoral analisa as provas e a defesa neste momento, enquanto moradores da cidade de Jacobina acompanham o desenrolar do processo. E você, o que pensa sobre a gravidade de uma acusação de falsificação de assinatura em carta de anuência? Compartilhe sua opinião nos comentários.
