Resumo: André do Prado foi escolhido pelo PL para disputar o Senado por São Paulo, com o apoio de Eduardo Bolsonaro. A articulação ocorreu durante uma viagem aos Estados Unidos e sinaliza novas alianças no cenário paulista, incluindo vínculos com Márcio França, que em 2018 já contou com o apoio de Prado.
Em 2018, Prado pediu votos para França no primeiro turno, quando o então governador disputava a reeleição contra João Doria. Hoje França atua na esquerda e pode ser suplente de Marina Silva no Senado em 2026, abrindo espaço para diferentes configurações de poder na região.
A escolha de Prado para o Senado ocorreu após longa articulação do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que levou o deputado a dialogar com Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. Embora Eduardo devesse ser o candidato do PL ao Senado, ele está temporariamente no exterior para acompanhar pressão sobre ministros do STF. A ideia é que Eduardo seja o suplente de Prado, decisão que gerou críticas entre bolsonaristas que veem o deputado como mais ligado ao centrão do que à linha bolsonarista.
Segundo a coluna, Prado contaria com a base construída durante sua presidência na Alesp, o que pode ajudar na chapa. Enquanto isso, França encara disputas internas na esquerda para 2026 e pode assumir novos papéis no tabuleiro político paulista.
O leitor acompanha como essa estratégia pode influenciar o pleito paulistano e o cenário nacional, com o PL buscando alianças que vão além das fronteiras do seu principal líder.
E você, o que acha dessa movimentação? A escolha de Prado para o Senado com Eduardo como suplente é estratégia inteligente para consolidar uma base sólida ou manobra para contornar críticas internas? Deixe seu comentário e participe da conversa sobre o futuro político de São Paulo e do Brasil.





