Foi divulgado nesta sexta-feira (8/5) por autoridades dos EUA um conjunto de fotos e relatos sobre avistamentos de fenômenos não identificados (UAPs) observados na Lua por astronautas das missões Apollo 11, 12 e 17, entre 1969 e 1970. Os arquivos, que já vinham à tona há mais de 50 anos, ganharam nova exposição sob a gestão da atual administração, com Donald Trump ocupando a presidência desde 2025, reacendendo o debate sobre a origem desses sinais.
Na Apollo 11, a primeira missão a levar humanos à Lua, a tripulação relatou três momentos de observação: um objeto a caminho da Lua, flashes dentro da cabine e uma luz brilhante na viagem de retorno, que foi interpretada como um possível laser.
“A outra observação que fiz foi se acumulando gradualmente. Não sei se a vi na primeira noite, mas tenho certeza de que a vi na segunda. Eu estava tentando dormir com todas as luzes apagadas. Observei o que me pareceram pequenos flashes dentro da cabine, espaçados por alguns minutos…”,
descreveu Buzz Aldrin, em uma das narrativas registradas.
Na Apollo 12, a segunda missão a pousar na superfície lunar, foram registrados dois episódios de UAP em momentos distintos, com observações que se estenderam por um período de uma hora no quinto dia e dois minutos no sexto dia. O piloto Alan Bean afirmou ter visto partículas e flashes de luz por meio de um telescópio, como se estivessem “escapando da Lua”. Além dos relatos, foram divulgadas fotos tiradas pelos astronautas. Confira as imagens divulgadas pelo órgão público.
O último registro ocorreu na Apollo 17, em 1972. Durante a missão, o piloto Harrison Schmitt relatou flashes, inclusive na superfície lunar. Junto aos relatos, foi publicada uma imagem que mostra três “pontos” em formação triangular no quadrante inferior direito do céu lunar. O Pentágono abriu um processo para investigar a fotografia, pois não há consenso sobre a natureza da anomalia. O filme original da Apollo 17 foi recuperado e os resultados completos da análise deverão ser divulgados futuramente.




A galeria acima acompanha as imagens com uma ressalva comum: as fotos foram ajustadas para destacar áreas de interesse, e as alterações não representam conclusão sobre a natureza dos objetos. O material integra um conjunto de documentos oficiais que permanecem na agenda de pesquisa sobre o tema.
Para quem acompanha a área espacial, esses relatos históricos ajudam a entender como, ao longo das décadas, a divulgação de dados de missões clássicas dialoga com as investigações atuais de fenômenos aéreos não identificados. O tema permanece aberto e inspira debates entre entusiastas, cientistas e responsáveis por segurança nacional.
Palavras-chave: UAPs, Apollo, NASA, Pentágono. Meta descrição: Relembre os avistamentos de artefatos não identificados observados durante as missões Apollo 11, 12 e 17, com fotos, relatos dos astronautas e a análise do Pentágono. Comente abaixo com sua leitura sobre esses registros históricos.
