Brasil ampliará parcerias com os EUA ‘sem abrir mão da soberania’, diz Lula

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Brasil e Estados Unidos avançam na parceria, mantendo a soberania como norte. Em encontro entre Lula e o presidente Donald Trump, o foco foi fortalecer o comércio bilateral, discutir tarifas, cooperação no combate ao crime organizado e a exploração de minerais estratégicos. Lula reforçou, em publicação no X, a determinação de ampliar acordos benéficos para o Brasil e para a região.

O encontro ocorreu na quinta-feira, 7 de maio de 2026. Durante a conversa, foram abordados temas como comércio bilateral, negociações tarifárias, cooperação no enfrentamento do crime organizado e a pauta de minerais críticos. No sábado, 9 de maio, Lula informou nas redes sociais que seguirá buscando parcerias com os EUA, mantendo a soberania como base da relação. Também ficou sinalizada a intenção de atrair investimentos de variadas fontes.

Trump, no dia seguinte, reforçou o tom de “bom relacionamento” com o Brasil e mencionou avanços em questões tarifárias, entre outros temas. Em números, o déficit comercial entre os dois países é tema de debate: o Brasil aponta US$ 20 bilhões, enquanto a apuração americana situa em US$ 30 bilhões o rombo no ano anterior. Esse quadro é frequentemente usado para justificar medidas tarifárias.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, destacou o avanço do marco legal para atrair investimentos no setor e destacou a importância de uma “pluralidade de diálogo”, com recursos de China, EUA, Rússia e outros parceiros. Já o ministro da Fazenda, Dário Durigan, afirmou que há expectativa de novos acordos com os EUA para cooperação no combate ao crime organizado e à lavagem de dinheiro, fortalecendo o intercâmbio entre os dois países.

A posição é seguir ampliando parcerias com os EUA, com foco em comércio, minerais estratégicos e cooperação no enfrentamento do crime, sempre respeitando a soberania brasileira. A agenda indica um caminho de diálogo ativo entre o Brasil e os EUA, com participação de investidores de diferentes regiões. E você, o que pensa sobre essa aproximação entre Brasil e EUA e quais áreas devem ganhar prioridade?

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