O alpinista brasileiro Gustavo Cordoni viveu um susto marcante no Everest quando um serac se desprendeu bem diante dele, atingindo outros escaladores. Não houve mortes, mas o grupo ficou ferido em alguns casos, segundo o relato do brasileiro. A lembrança do momento fica marcada pela rapidez com que o gelo pode despencar em altitude extrema.
O episódio aconteceu antes do Campo 1, a cerca de 6.065 metros de altitude, no trecho da Cascata de Gelo Khumbu. A expedição em que Cordoni participa segue um protocolo de aclimatação à montanha antes de liberar a subida até o cume. Ele levou sete horas para chegar ao local do desabamento.
Cordoni descreveu o momento com clareza: “Se tivesse ficado cinco minutos para trás, tinha atingido a gente.” A fala ilustra os riscos contínuos enfrentados por quem escala o Everest, especialmente em etapas de aclimatação, quando o terreno está mais vulnerável a quedas de gelo.
Apesar do susto, a expedição prossegue conforme o planejamento, mantendo o foco na aclimatação necessária para avançar até o topo. O episódio serve como lembrete dos perigos presentes na Cascata de Gelo Khumbu e da importância de manter a cautela a cada etapa da escalada.
E você, qual a sua visão sobre a busca por novos recordes no Everest e os riscos que acompanham essa modalidade de aventura? Compartilhe seus pensamentos nos comentários e participe da conversa.
