Resumo: Na madrugada de domingo, a Polícia Militar desocupou o saguão da Reitoria da USP, onde cerca de 150 manifestantes estavam desde quinta-feira. O movimento pedia reajuste no Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil, melhorias nas moradias estudantis e nos bandejões. A operação teve relatos conflitantes: a PM afirmou não haver feridos, enquanto o DCE informou que seis estudantes foram encaminhados à UPA, com um deles tendo o nariz fraturado.
A desocupação reuniu cerca de 50 policiais, que atuaram para retirar os presentes. Segundo o Diretório Central dos Estudantes da USP, alguns estudantes deixaram o local sem incidentes, mas houve encaminhamentos médicos confirmados. Além disso, a PM informou que quatro pessoas foram levadas ao 7º Distrito Policial, com boletins por dano ao patrimônio público e alteração de limites; após avaliação, elas foram liberadas.
Durante a verificação após a saída, a polícia apontou danos ao patrimônio público, como o portão de acesso derrubado, portas de vidro quebradas e mobiliário danificado, além de danos à catraca de entrada. Também foram apreendidos entorpecentes, armas brancas e objetos cortantes, como facas e bastões. A PM ressaltou que eventuais denúncias de excesso serão rigorosamente apuradas.
O movimento teve como objetivo pressionar por reajuste no Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil, melhorias nas moradias estudantis e nos restaurantes universitários, as bandejões. A PM garantiu que permanecerá no local para assegurar a ordem pública e a integridade do patrimônio público, enquanto a USP indica que irá acompanhar e apurar os incidentes.
Ao acompanhar os desdobramentos, moradores da cidade buscam entender como as ações impactam a vida acadêmica e as condições de moradia para estudantes. A região espera soluções que atendam às demandas sem agravar tensões. Compartilhe nos comentários como você avalia a resposta das autoridades e as condições para estudantes na cidade.
